IGREJA | Vaticano – Papa Francisco: por favor, não nos esqueçamos dos pobres

IGREJA | Vaticano – Papa Francisco: por favor, não nos esqueçamos dos pobres

Comunicação 18 de novembro de 2024 Por paulo
(ANS – Cidade do Vaticano) – Na missa do VIII Dia Mundial dos Pobres, Francisco faz um apelo aos governos e às organizações internacionais, mas convida a Igreja a sentir “a mesma compaixão do Senhor” diante dos últimos, e pede aos cristãos que se tornem “sinal da presença do Senhor”, pertos do sofrimento dos necessitados para aliviar suas feridas e mudar sua sorte: só assim a Igreja “se torna ela mesma, casa aberta a todos”. “Por favor, não nos esqueçamos dos pobres!”. A invocação com a qual o Papa Francisco encerra sua homilia na missa do VIII Dia Mundial dos Pobres neste domingo (17/11), na Basílica de São Pedro, é dirigida à Igreja, aos governos dos Estados e às organizações internacionais, mas também “a todos e a cada um”. E aos fiéis em Cristo, o Papa nos lembra que “é a nossa vida impregnada de compaixão e de caridade que se torna sinal da presença do Senhor, sempre próximo do sofrimento dos pobres, para aliviar as suas feridas e mudar a sua sorte”. Porque a esperança cristã precisa de “cristãos que não se viram para o outro lado” e que sintam “a mesma compaixão do Senhor diante dos pobres”. Francisco sublinhou isso lembrando uma advertência do cardeal Martini: somente servindo os pobres “a Igreja ‘torna-se’ ela mesma, isto é, uma casa aberta a todos, um lugar da compaixão de Deus pela vida de cada homem”. Em uma Basílica lotada, com a presença dos pobres que mais tarde almoçam com ele na Sala Paulo VI, o Pontífice abre a celebração com a exortação do ato penitencial: “Com o olhar fixo em Jesus Cristo, que se fez pobre por nós e rico de amor para com todos, reconheçamos que precisamos da misericórdia do Pai”. O celebrante no altar é o arcebispo Rino Fisichella, pró-prefeito do Dicastério para a Evangelização. Na homilia, o Papa Francisco relê a passagem do Evangelho de Marcos, na liturgia deste XXXIII Domingo do Tempo Comum, com as palavras de Jesus aos discípulos antes de sua paixão, descrevendo “o estado de espírito daqueles que viram a destruição de Jerusalém”, mas também a chegada extraordinária do Filho do Homem. “Quando tudo parece desmoronar-se, que Deus vem, que Deus se aproxima, que Deus nos reúne para nos salvar. Jesus convida-nos a ter um olhar mais aguçado, a ter olhos capazes de “ler por dentro” os acontecimentos da história, para descobrir que, mesmo na angústia dos nossos corações e dos nossos tempos, há uma esperança inabalável que resplandece”. Neste Dia Mundial dos Pobres, portanto, o Papa nos convida a nos determos nas duas realidades, “angústia e esperança, que sempre duelam entre si na arena do nosso coração”. Ele começa com a angústia, tão difundida em nosso tempo, “onde a comunicação social amplifica os problemas e as feridas, tornando o mundo mais inseguro e o futuro mais incerto”. Se o nosso olhar, enfatiza, “se detém apenas na crônica dos acontecimentos, dentro de nós a angústia ganha terreno”, porque ainda hoje, como na passagem do Evangelho, “vemos o sol escurecer e a lua se apagar, vemos a fome e a carestia que oprimem tantos irmãos e irmãs, vemos os horrores da guerra e a morte de inocentes”. E corremos o risco de “afundarmos no desânimo e de não nos apercebermos da presença de Deus no drama da história. Assim, condenamo-nos à impotência. Vemos crescer à nossa volta a injustiça que causa a dor dos pobres, mas juntamo-nos à corrente resignada daqueles que, por comodismo ou por preguiça, pensam que “o mundo é assim mesmo” e que “não há nada que eu possa fazer”. Desse modo, até a própria fé cristã é reduzida a uma devoção inócua, que não incomoda os poderes deste mundo e não gera um compromisso concreto de caridade”. Francisco cita a sua Exortação Apostólica Evangelii gaudium para nos lembrar que, “enquanto crescem as desigualdades e a economia penaliza os mais fracos, enquanto a sociedade se consagra à idolatria do dinheiro e do consumo”, acontece que “os pobres e os excluídos não podem fazer outra coisa senão continuar a esperar”. Mas no quadro apocalíptico que acaba de ser descrito no Evangelho, Jesus “acende a esperança”, descrevendo a chegada do Filho do Homem “com grande poder e glória”, para reunir “os seus eleitos dos quatro ventos”. Assim, ele “alarga o nosso olhar para que aprendamos a perceber, mesmo na precariedade e na dor do mundo, a presença do amor de Deus que se faz próximo, que não nos abandona, que atua para a nossa salvação”. Jesus, lembra o Pontífice, está apontando “inicialmente para a sua morte que terá lugar pouco depois”, mas também para “o poder da sua ressurreição” que destruirá as cadeias da morte, “e um mundo novo nascerá das ruínas de uma história ferida pelo mal”. Jesus nos dá essa esperança por meio da bela imagem da figueira: “quando seus ramos ficam verdes e as folhas começam a brotar, sabeis que o verão está perto. Do mesmo modo, também nós somos chamados a ler as situações da nossa história terrena: onde parece haver apenas injustiça, dor e pobreza, precisamente naquele momento dramático, o Senhor aproxima-se para nos libertar da escravidão e fazer brilhar a vida”. E isso é feito, ele explica, “com nossa proximidade cristã, com a nossa fraternidade cristã. Não se trata de jogar uma moeda nas mãos de quem precisa. Àquele que dá a esmola, eu pergunto duas coisas: “Você toca as mãos das pessoas ou joga a moeda sem tocá-las? Você olha nos olhos a pessoa que ajuda ou desvia o olhar?”. Cabe a nós, seus discípulos, continua o Papa Francisco, que graças ao Espírito Santo podemos semear essa esperança no mundo. “Somos nós" - e aqui ele cita sua Encíclica Fratelli tutti - "que podemos e devemos acender luzes de justiça e de solidariedade, enquanto se adensam as sombras de um mundo fechado. Somos nós que a sua Graça faz brilhar, é a nossa vida impregnada de compaixão e de caridade que se torna sinal da presença do Senhor, sempre próximo do sofrimento dos pobres, para aliviar as suas feridas e mudar a sua sorte”. Não esqueçamos, é a invocação do Papa, que a esperança cristã, “que se realizou em Jesus e se concretiza no seu Reino, precisa de nós e do nosso empenho, de uma fé operosa na caridade, de cristãos que não passam para o outro lado do caminho”. E aqui ele lembra a imagem de um fotógrafo romano de um casal de adultos saindo de um restaurante, que olhava para o outro lado para não cruzar dom o olhar de “uma pobre senhora, deitada no chão, pedindo esmolas. Isso acontece todos os dias. Perguntemos a nós mesmos: eu olho para o outro lado quando vejo a pobreza, as necessidades, a dor dos outros?” Francisco cita então um teólogo do século XX, Metz, quando dizia que a fé cristã deve gerar em nós uma “mística de olhos abertos”: “não uma espiritualidade que foge do mundo, mas, pelo contrário, uma fé que abre os olhos aos sofrimentos do mundo e às aflições dos pobres, para exercer a mesma compaixão de Cristo. Eu sinto a mesma compaixão do Senhor diante dos pobres, diante daqueles que não têm trabalho, que não têm o que comer, que são marginalizados pela sociedade?” E, continua o Papa Francisco, “não devemos olhar apenas para os grandes problemas da pobreza mundial, mas para o pouco que todos nós podemos fazer todos os dias. Com o nosso estilo de vida, com o cuidado e a atenção pelo ambiente em que vivemos, com a busca tenaz da justiça, com a partilha dos nossos bens com os mais pobres, com o engajamento social e político para melhorar a realidade que nos rodeia”. Assim, “o nosso pouco será como as primeiras folhas que brotam na figueira: uma antecipação do verão que está próximo”. Concluindo, o Papa recorda uma advertência do cardeal Carlo Maria Martini, quando disse “que devemos ter cuidado ao pensar que existe primeiro a Igreja, já sólida em si mesma, e depois os pobres dos quais escolhemos cuidar. Na realidade, tornamo-nos a Igreja de Jesus na medida em que servimos os pobres, pois somente assim «a Igreja “torna-se” ela mesma, isto é, uma casa aberta a todos, um lugar da compaixão de Deus pela vida de cada homem». Digo-o à Igreja, digo-o aos governos dos Estados e às organizações internacionais, digo-o a todos e a cada um: por favor, não nos esqueçamos dos pobres”. Antes da missa, o Papa Francisco abençoou simbolicamente 13 chaves, representando os 13 países nos quais a Famvin Homeless Alliance (FHA), da Família Vicentina, construirá novas casas para pessoas necessitadas com o Projeto “13 Casas” para o Jubileu. Entre esses países está também a Síria, cujas 13 casas serão financiadas diretamente pela Santa Sé como um gesto de caridade para o Ano Santo. Um ato de solidariedade que se tornou possível graças a uma generosa doação da UnipolSai, que desejou entusiasticamente contribuir, no período que antecedeu o Ano Santo, com esse sinal de esperança para uma terra ainda devastada pela guerra. No final da missa e após a recitação do Angelus, o Papa almoça na Sala Paulo VI junto com 1.300 pessoas pobres. O almoço, organizado pelo Dicastério para o Serviço da Caridade, é oferecido este ano pela Cruz Vermelha Italiana e animado por sua Fanfarra Nacional. No final do almoço, cada pessoa recebe uma mochila oferecida pelos Padres Vicentinos (Congregação da Missão), contendo alimentos e produtos de higiene pessoal. Alessandro Di Bussolo Fonte: Vatican News
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CJC | III Reunião do Conselho Geral do Movimento CJC de 2024 é realizada em Aliança-PE

SALESIANOS BA | Jovens catequizandos celebram a Primeira Eucaristia

SALESIANOS BA | Jovens catequizandos celebram a Primeira Eucaristia

ESCOLA E CENTRO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL 18 de novembro de 2024
Cerimônias ocorreram nos dias 9 e 10 de novembro, no Santuário Nossa Senhora Auxiliadora Na jornada inicial de um jovem católico, a Primeira Eucaristia é um dos marcos espirituais mais importantes. Esse sacramento, porta de entrada para uma comunhão mais profunda com Deus, sela meses de preparação e aprendizado na Catequese. Para os catequizandos dos Salesianos Bahia, esse momento, celebrado entre familiares, amigos e educadores, representa um compromisso com a fé em Deus que agora se torna ainda mais concreto. [gallery columns="1" size="large" ids="442101"] No dia 9 de novembro, os catequizados do Colégio Salesiano Dom Bosco Salvador se reuniram no Santuário Nossa Senhora Auxiliadora para essa ocasião sagrada, enquanto os do Liceu Salesiano do Salvador vivenciaram a cerimônia no dia 10. [gallery columns="1" size="large" ids="442100"] As missas foram conduzidas pelo Pe. Eudes Barreto, Diretor Geral dos Salesianos na Bahia, SDB, e contaram com a participação do Pe. Ildelfonso Mesquita, Coordenador de Pastoral e Reitor do Santuário, SDB, e o Pe. Maurício Lima, Diretor Geral do Colégio Salesiano Dom Bosco Camaçari e Coordenador de Pastoral, SDB. [gallery columns="1" size="large" ids="442099"] As cerimônias abriram espaço para a expressão de fé dos jovens, que receberam pela primeira vez o pão e o vinho – o corpo e o sangue de Cristo – como sinais vivos de uma fé que agora eles assumem com maior responsabilidade. [gallery columns="1" size="large" ids="442098"] A caminhada dos catequizandos até à Primeira Eucaristia não foi breve; envolveu dedicação, escuta e aprendizado. A catequese nas casas Salesianas contou com as equipes Pastorais comprometidas e atentas a cada etapa do processo formativo. No Dom Bosco, os catequistas Anatília Aragão, Renato Silva e Thailson Novais, enquanto no Liceu, Thais Meneses e Edivaldo Estrela guiaram os jovens em um espaço acolhedor para que eles pudessem refletir, questionar, entender e, enfim, vivenciar os fundamentos da doutrina católica e a importância da fé nas escolhas e nas relações. [gallery columns="1" size="large" ids="442097"] Cada catequizando, ao longo dos meses, foi incentivado a aprofundar sua compreensão sobre o papel da fé em suas vidas. A cada encontro, uma nova experiência de crescimento interior, descobertas sobre si mesmos e sobre a presença divina que os orienta foi proporcionada a eles. [gallery columns="1" size="large" ids="442103"] Por Comunicação Salesianos Bahia
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AMA | 1º Encontro com os “Amigos da Rádio Dom Bosco” de Caetés promove união e companheirismo

AMA | 1º Encontro com os “Amigos da Rádio Dom Bosco” de Caetés promove união e companheirismo

Comunicação 18 de novembro de 2024
Na tarde do sábado, 16 de novembro, a Associação Missionária Amanhecer (AMA), uma das ramificações da Família Salesiana, realizou o 1º Encontro com os Amigos da Rádio Comunitária Dom Bosco, no bairro de Caetés, no município de Abreu e Lima, região metropolitana de Recife. O evento, carinhosamente chamado de "Chá da Tarde com os Amigos da Dom Bosco FM", teve como principal objetivo fortalecer os laços com aqueles que contribuem para a manutenção e continuidade das atividades da emissora comunitária. Com um clima de partilha e fraternidade, cada participante trouxe algo para compartilhar, tornando o momento ainda mais especial. A iniciativa proporcionou um espaço de convivência e troca de experiências, reafirmando o propósito de união e apoio mútuo entre a rádio e seus amigos. Há pouco mais de três meses, a AMA assumiu, por um ano, a coordenação administrativa da emissora, cuja outorga pertence à Acecal - Associação comunitária Educacional e Cultural de Abreu e Lima. Além de conhecer melhor os colaboradores, o encontro reforçou o espírito de comunidade, criando um ambiente de amizade e companheirismo que reflete os valores da Rádio Dom Bosco. "Este evento é uma forma de agradecermos pelo apoio e também de nos aproximarmos ainda mais daqueles que ajudam a construir essa missão. Aqui, somos mais que uma rádio; somos uma família", afirmou a coordenadora de Relacionamento da AMA, Joselitha Moraes, que assumiu o compromisso de apoiar e incentivar o grupo de sócios da rádio. O sucesso do encontro já inspira a organização de futuras edições, ampliando a rede de amizades e fortalecendo os vínculos com a comunidade. A ideia é que encontro nesse formato se repita a cada mês. Por Equipe de Comunicação - Associação Missionária Amanhecer [gallery ids="442075,442076,442077,442078,442079,442080"]  
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CONGREGAÇÃO | RMG – Unida, a Família Salesiana celebra Santo Artêmides Zatti

CONGREGAÇÃO | RMG – Unida, a Família Salesiana celebra Santo Artêmides Zatti

14 de novembro de 2024
(ANS – Roma) – Na tarde de quarta-feira, 13 de novembro, memória litúrgica do salesiano irmão, Santo Artêmides Zatti, cerca de 200 pessoas da Família Salesiana (FS) da cidade de Roma, de toda a Itália e de outros lugares, reuniram-se em espírito de fraternidade e unidade na Comunidade Salesiana do Sagrado Coração, da Sede Central da Congregação Salesiana, para recordar a figura santa e os ensinamentos de vida do “parente de todos os pobres”. A celebração, realizada a pouco mais de dois anos da canonização do Enfermeiro salesiano (9 de outubro de 2022), começou pelo fim da tarde, com récita do Terço mariano, organizada por Salesianos Coadjutores de diversas origens. Em seguida, na Basílica do Sagrado Coração, ocorreu o evento central do dia, a Concelebração Eucarística em honra de Santo Artêmides Zatti, presidida pelo Reitor-Mor Emérito, Cardeal Ángel Fernández Artime, e concelebrada por cerca de 50 Coirmãos Salesianos, incluindo os membros do Conselho Geral P. Stefano Martoglio, Vigário do Reitor-Mor, P. Ivo Coelho, Conselheiro Geral para a Formação, P. Alphonse Owoudou, Conselheiro Regional para a África-Madagascar e Regulador do próximo Capítulo Geral 29 da Congregação Salesiana, diversos Inspetores da Europa e o Diretor da comunidade, P. Francesco Marcoccio. Em frente ao presbitério, participou uma vasta assembleia de Fiéis, composta por Salesianos de Dom Bosco, membros da FS, Agentes de pastoral da Basílica. O Cardeal salesiano começou por relembrar em sua homilia o seu vínculo direto com o Santo enfermeiro, desenvolvido durante os anos de seu serviço como Inspetor na Argentina; ali pôde conhecer os lugares, os testemunhos e sobretudo o legado espiritual de Zatti. Em seguida, o Reitor-Mor Emérito destacou três aspectos do santo salesiano coadjutor que se impõem como exemplo, em particular, às pessoas consagradas. Em primeiro lugar, recordando a sua história de vida e vocacional e o seu desejo inicial de ser sacerdote, à imitação do seu pai espiritual, ele mencionou a capacidade de Zatti em discernir e abraçar com decisão a vontade de Deus: “Deus nos traz à vida com os seus planos e seu olhar para caminhos inesperados", acrescentou o Cardeal Fwenández Artime, observando como a experiência de Zatti de mudar os planos ocorre com todos, mais cedo ou mais tarde na vida; mas a escolha de seguir ou não os planos de Deus determina a plenitude da vida: “Podemos também seguir o nosso próprio caminho, mas não será o caminho da felicidade plena”. O segundo traço destacado na experiência espiritual de Zatti foi a total entrega a Deus, mesmo em idade madura, quando o Bispo ordinário de Viedma, salesiano, obrigou o fechamento do Hospital onde Zatti trabalhava havia anos para ceder o espaço à nova catedral diocesana. Para Zatti, aquele foi um evento assaz difícil; mas ele soube viver a experiência com Fé. “Somente na Fé é possível encontrar respostas!”. Deste fato, o Cardeal Salesiano retirou uma nota específica: “Qual o sentido da nossa vida de consagrados senão testemunhar ao mundo a felicidade de confiar nos planos de Deus?!”. O terceiro elemento foi o espírito de comunidade encarnado por Zatti: ele, que tinha muitos compromissos e atividades, que visitava os pobres e os doentes - no hospital e muitas vezes em suas casas - , teria tido todos os motivos para se ausentar, mas “tinha marcado em seu coração que para ele a vida como salesiano e com a comunidade era algo precioso. Por osso, ele também foi um modelo de vida salesiana em sua opção pela Comunidade religiosa”. No final da Missa, o encontro incluiu um momento de partilha de diversos testemunhos, nos quais vários oradores, com abordagens e aspectos diversos, contaram o que o Santo Artêmides Zattti lhes inspirara. Entre os palestrantes, estavam dois jovens estudantes, um coadjutor pós-noviço do Estudantado salesiano de São Tarcísio, um salesiano da Inspetoria da África Nigéria-Níger, dedicada ao Santo Artêmides Zatti, o P. Ricardo Campoli, Diretor cinematográfico do filme “Zatti, nosso Irmão”, e uma Religiosa italiana das Filhas dos Sagrados Corações de Jesus e Maria - Instituto fundado pelo salesiano Beato Luigi Variara – a qual traçou um paralelo entre Zatti e Variara na espiritualidade do serviço aos doentes. Por meio de todas as suas contribuições, as diversas atividades revelaram algumas realidades deste “Santo de toda a Família Salesiana” e a noite de celebração se encerrou na partilha de um ágape globalmente fraterno. Fonte: ANS [gallery columns="2" size="large" ids="441929,441930,441931,441934"]
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Nos dias 18 e 19 de outubro, o Colégio Salesiano Recife viveu dois dias intensos de emoção, energia e protagonismo juvenil com a realização dos JICS – Jogos Internos do Colégio Salesiano Recife. Foram momentos marcados por alegria, amizade e pelo verdadeiro espírito salesiano que pulsa em cada um dos nossos estudantes. No primeiro dia, as quadras […]
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