CONGREGAÇÃO | Apresentação do tema da Estreia 2022: «Fazei tudo por amor, nada por força » (S. Francisco de Sales)

CONGREGAÇÃO | Apresentação do tema da Estreia 2022: «Fazei tudo por amor, nada por força » (S. Francisco de Sales)

23 de julho de 2021 Por paulo
(ANS – Roma) - Caros Irmãos, Irmãs e Amigos,há apenas seis meses apresentamos às Filhas de Maria Auxiliadora – como manda a nossa tradição desde Dom Bosco – e à atual Família Salesiana a Estreia do Ano Novo. Seis meses depois, é-me pedido para antecipar o que poderia ser o tema norteador do novo ano 2022, como requerido pelos diversos ritmos dos hemisférios onde se encontram as presenças salesianas. Faço-o com muito gosto na esperança de que possa servir de ajuda. Evidentemente 2022, ano em que celebraremos o IV Centenário da sua morte, o tema não poderá ser outro senão o da Espiritualidade de São Francisco de Sales, fonte do espírito salesiano de Dom Bosco, em quem nosso pai e fundador saciava-se e contemplava em todos os momentos, sobretudo quando se tratava de definir o estilo educativo e evangelizador – para dizê-lo com a nossa linguagem – da incipiente Congregação Salesiana: «Chamar-nos-emos Salesianos». Sabemos que Dom Bosco ficou profundamente impressionado pela extraordinária figura deste Santo. Foi para ele uma autêntica inspiração, sobretudo porque era um verdadeiro pastor, um mestre de caridade, um trabalhador incansável pela salvação das almas. Ainda como jovem seminarista, João Bosco tomou esta resolução antes de sua ordenação sacerdotal: «A caridade e a doçura de São Francisco de Sales me guiem em cada momento». E, nas Memórias do Oratório, Dom Bosco declara: «[O oratório] começou a chamar-se de São Francisco de Sales... porque como tal ministério exige grande calma e mansidão, havíamo-nos colocado sob a proteção deste santo, para que nos alcançasse de Deus a graça de imitá-lo em sua extraordinária mansidão e na conquista das almas». Naturalmente, a Estreia deste ano será também uma magnífica oportunidade para nos reconhecermos e encontrarmos na espiritualidade de São Francisco de Sales e valorizarmos ainda mais as magníficas características do espírito salesiano de Dom Bosco, assim como os preciosos valores da espiritualidade juvenil salesiana. Sem dúvida, ver-nos-emos refletidos neles e nos sentiremos chamados a ser hoje “mais salesianos” em nossa Família Salesiana, isto é, mais cheios do espírito de São Francisco de Sales, espírito que impregna a nossa salesianidade como Família de Dom Bosco. Pertencer completamente a Deus, vivendo em plenitude a presença no mundo Esta é provavelmente a proposta mais “revolucionária” de São Francisco de Sales. Expressou-a com a costumeira profundidade e beleza o Papa emérito Bento XVI quando disse que o grande convite dirigido por São Francisco de Sales aos cristãos é o de «pertencer completamente a Deus, vivendo em plenitude a presença no mundo e as tarefas da sua condição. “A minha intenção é de instruir aqueles que vivem nas cidades, no estado conjugal, na corte […]” (Prefácio da Introdução à vida devota). O Documento com que o Papa Pio IX, mais de dois séculos depois, o proclamará Doutor da Igreja, insistirá sobre esta ampliação do chamado à perfeição, à santidade. Nele está escrito: “[A verdadeira piedade] chegou a penetrar até no trono dos reis, na tenda dos chefes dos exércitos, no pretório dos juízes, nos escritórios, nas oficinas e nas cabanas dos pastores […]» (Breve Dives in misericordia, 16 de novembro de 1877). Assim nascia aquele apelo aos leigos, o cuidado pela consagração das realidades temporais e pela santificação da vida diária, sobre o qual insistirão depois o Concílio Vaticano II e a espiritualidade do nosso tempo. Manifestava-se o ideal de uma humanidade reconciliada, na sintonia entre ação no mundo e oração, entre condição secular e busca da perfeição, com a ajuda da Graça de Deus, que permeia o humano e, sem o destruir, o purifica, elevando-o às alturas divinas». Encontramos certamente a fonte desta espiritualidade em muitos gestos e palavras do nosso Senhor no Evangelho e na simplicidade da proposta de Dom Bosco feita aos seus jovens, com a linguagem e no contexto eclesial do século XIX. A centralidade do coração Durante sua formação em Paris, o que fez irromper em Francisco a sua conversão foi a leitura profunda do Cântico dos Cânticos, sob a orientação de um padre beneditino. É, para ele, uma luz que colore toda a sua percepção seja de Deus, seja da vida humana, seja do caminho individual como das relações com qualquer outra pessoa. Também no símbolo que escolhe para a Visitação, percebe-se o quanto o coração seja o sinal que mais fala de toda a sua herança humana e espiritual: um coração trespassado por duas flechas: o amor a Deus e o amor ao próximo, aos quais corresponderiam também os dois tratados que condensam todo o seu pensamento e ensinamento. O primeiro – O Tratado do amor de Deus – é fruto da sua paciente obra de formação para o primeiro grupo de Visitandinas: são as conferências escritas e editadas em forma de livro. É também a base da formação de Margarida Maria Alacoque que, 51 anos após a morte de Francisco, tem as revelações que abrem na Igreja o caminho para a devoção ao Sagrado Coração de Jesus. Do outro tratado, sobre o amor do próximo, resta apenas o índice, devido à morte prematura de Francisco aos 55 anos em 28 de dezembro de 1622. Do outro tratado, sobre o amor ao próximo, restou apenas o índice, devido à morte prematura de Francisco aos 55 anos em 28 de dezembro de 1622. O humanismo de Francisco, o seu desejo e a capacidade de entrar em diálogo com todos, o grandíssimo valor que dá à amizade, tão importante para o acompanhamento pessoal no modo como Dom Bosco o interpretará..., tudo se constrói sobre os sólidos alicerces do coração, como Francisco o viveu. Entre providência e bondade (amorevolezza) Dois reflexos do seu modo de sentir o coração de Deus e de abrir o coração aos irmãos, intimamente relacionados entre si, são o seu sentido de Providência e a sua forma de se aproximar e interagir com cada pessoa, ou seja, a sua proverbial doçura ou bondade (amorevolezza). A confiança na Providência tem raízes que vêm da sua formação parisiense e em Pádua: a “santa indiferença”: «entrego-me sem reservas ao coração de Deus, e isso me dispõe a abraçar todos os detalhes que a sequência dos eventos e circunstâncias me apresenta dia a dia. Não tenho “nada a pedir e nada a recusar” em relação ao que sei estar em todo caso nas mãos de Deus. Paulo olhava na mesma direção quando escreve aos Romanos: “Sabemos que tudo concorre para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu desígnio. Pois aos que ele conheceu desde sempre, também os predestinou a se configurarem com a imagem de seu Filho, para que este seja o primogênito numa multidão de irmãos”» (Rm 8, 28-29). A doçura do coração, antes de ser uma questão de boas maneiras com o próximo, mesmo quando é hostil, é tudo mais que agradável como caráter, é um reflexo da mesma confiança, desta vez em relação ao coração humano, sempre aberto à ação de Deus e sempre destinado à plenitude de vida. Doçura e bondade (amorevolezza) são abordagens missionárias, destinadas a facilitar o mais possível em todas as circunstâncias e situações, o encontro entre graça e liberdade no coração de quem está à minha frente. Portanto, não é apenas uma questão de boas maneiras. Ao pensarmos no modo como Dom Bosco reinterpretou esta bondade (amorevolezza) no seu sistema educativo, compreende-se o quão profundas são as motivações em que se alimenta, exatamente como aconteceu para São Francisco de Sales. O tirocínio da missão na região do Chablais e o Da mihi animas de Dom Bosco A dura experiência de evangelização na região do Chablais entre 1593 (preleção como Pároco) e 1596 (as Missas de Natale em Thonon) é onde a missão dá o tom concreto a toda a sua vida. É extremamente difícil («aqui todos têm insultos nos lábios e pedras nas mãos»), mas é uma crise que faz crescer e transforma primeiramente o missionário, antes ainda que os seus destinatários. Também é muito interessante ler aqueles anos como pedagogia eucarística. A Eucaristia visível, celebrada com grande participação do povo, levada em procissão... depois dos anos de vazio (Natal de 1596...), é o ponto de chegada de um longo deserto, onde é ele quem vive de Eucaristia e a torna presença de forma velada entre o povo anteriormente hostil, e de que ele aproxima e faz amiga um a um. Levando em conta que as nossas presenças salesianas são em sua maioria entre não católicos, a espiritualidade eucarística torna-se profética: desde seu interior, o missionário alcança com grande paciência e perseverança aqueles a quem é enviado, sem renunciar ao anúncio explícito, mas sabendo esperar os tempos longos de Deus, e sem esperar que os fiéis encham a igreja, mas misturando-se com o rebanho onde ele estiver e como ele for... E com a Eucaristia e na mesma extensão de onda são colocadas a centralidade da cruz e a confiança em Maria. Tudo isto nos fala da paixão educativa e evangelizadora de Dom Bosco que, na presença do Senhor na Eucaristia e na intensa presença de Maria na vida do Oratório, entre os seus jovens, encontrava a força quotidiana para realizar o Da mihi animas, cetera tolle. Mas como comunicar? Francisco de Sales é o patrono dos jornalistas. Vale a pena acolher o seu carisma de comunicador, no qual há uma esplêndida concordância, de um lado, entre o amor e o interesse pela reflexão, a cultura, o humanismo nas suas mais belas expressões, a promover, encorajar e harmonizar criando e promovendo o diálogo entre os mais capazes e mais ricos nesses campos. De outro lado, Francisco de Sales é um mestre de comunicação para todos, um grande divulgador pelos meios e condições em que vivia. Basta pensar no admirável número de cartas nas quais se condensa uma parte certamente não secundária do seu apostolado como bispo e santo. Também nisso temos em Dom Bosco um discípulo que acompanha o zelo do mestre, com os novos meios à sua disposição (a imprensa popular “de massa”): 318 obras publicadas por Dom Bosco em 40 anos... em média, cerca de uma a cada dois meses. E ao mesmo tempo é para nós uma mensagem de máxima atualidade e um verdadeiro desafio, no mundo de hoje, onde a comunicação está no centro da realidade. Francisco de Sales no modo de Dom Bosco acompanhar os jovens: os carismas florescem e frutificam entre si. Há uma verdadeira “comunhão dos santos” na arte educativa e espiritual de Dom Bosco, que não nasce do nada, mas se alimenta de raízes profundas, da ação do Espírito na história da Igreja que o precedeu. Não é acréscimo nem réplica: é antes um novo florescimento e fruto que se alimenta daquela obra do Espírito que animou a Igreja com Francisco de Assis e Inácio, com Domingos e Teresa de Ávila. Uma bela proposta para o hoje da Igreja e sem dúvida da Família Salesiana de Dom Bosco é a de crescer na arte de acompanhar no caminho de fé, especialmente de muitas crianças, rapazes e moças do mundo que não conhecem a Deus, e que ao mesmo tempo estão famintos e sedentos d’Ele, muitas vezes sem o saber. É muito “salesiano” sentir e acreditar verdadeiramente que cada pessoa precisa de «um amigo da alma» em quem encontrar conselho, ajuda, orientação e amizade. Termino estas breves linhas, ao longo das quais se poderá desenvolver a Estreia de 2022 para toda a Família Salesiana de Dom Bosco no mundo, com o convite que o Papa Bento XVI nos dirige no final do seu discurso, pedindo-nos que acompanhemos em «espírito de liberdade» o testemunho exemplar de São Francisco de Sales, verdadeiro exemplo daquele humanismo cristão que nos faz sentir que só em Deus se encontra a satisfação do desejo e da nostalgia que sentimos por Ele: «Caros irmãos e irmãs, num período como o nosso que procura a liberdade, mesmo com violência e inquietação, não deve passar despercebida a atualidade deste grande mestre de espiritualidade e de paz, que transmite aos seus discípulos o “espírito de liberdade”, aquela verdadeira, no ápice de um ensinamento fascinante e completo sobre a realidade do amor. São Francisco de Sales é uma testemunha exemplar do humanismo cristão; com o seu estilo familiar, com parábolas que às vezes têm as asas da poesia, recorda que o homem traz inscrita no profundo de si mesmo a saudade de Deus, e que somente n’Ele encontra a alegria autêntica e a sua realização mais completa». Don Ángel Fernández Artime, SDB, Reitor-Mor Fonte: ANS
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COMEMORAÇÕES JUBILARES | P. Ferreirinha, 60 anos de Vida Sacerdotal

COMEMORAÇÕES JUBILARES | P. Ferreirinha, 60 anos de Vida Sacerdotal

22 de julho de 2021
"Eu, não. Meu pai não deixa!" É uma longa história. A educação da minha família, do meu pai, de modo especial, que pensava que filho era pra trabalhar na roça ou no trabalho pesado. E mulher tinha que ficar em casa, na cozinha, sem poder frequentar a escola. Quem me fez ir à escola foi o Sr. Batista, Coadjutor Salesiano, que, em 1940, me tirou do meio dos colegas do Oratório Salesiano e me perguntou se eu gostaria de ir à escola. Eu disse que não, "pois meu pai quer que eu trabalhe". Seu Batista falou: “A Escola é de noite”. Eu respondi que a a escola era longe e ele avisou que Dom Bosco iria dar um jeito nisso. Assim como Jesus falava com Maria, eu falei com minha mãe: “Aquele velho da cabeça branca disse que era pra eu ir à escola. Ela ficou calada, e quando meu pai chegou em casa, à noite, conversou com ele e a resposta foi NÃO! Mas, acabou voltando atrás e deixando, mas que eu não deixasse o trabalho. Daí, minha mãe arrumou um lápis, uma borracha, uma cartilha de ABC e um caderno. Então eu andava 20km a pé, de noite, pra voltar de madrugada, e, de manhã, pegar no serviço. Após 2 anos, Seu Batista me seguindo no caminho disse que eu iria ser salesiano. Falei: 'Eu não, meu pai não deixa'. Depois de algum tempo, meu pai adoeceu e levou a familia pra outra localidade. Um dia, estava na roça, e chegou o aspirante Daniel para falar comigo. À cavalo, meu pai chega e pede para eu ir para casa, que, no dia seguinte, eu iria de caminhão para a escola, por volta das 8h. Resumindo, em 5 de março de 1945, eu iria ser Coadjutor. Nessa época, quando me apresentei a um colega, fui perguntado qual seria a minha vocação. Eu disse que não sabia o que era isso. Depois, me perguntou se eu seria padre e ou coadjutor. Na hora, soltei: 'Sr. Batista disse que eu vou ser salesiano'. Um dia, Padre João Seu, depois que eu ajudei uma Missa dele na Escola São Sebastião, no Santuário Nossa Senhora Imaculada Auxiliadora dos Cristãos, ele me perguntou por que que eu não me tornaria um sacerdote. Eu disse que eu já estava muito velho e atrasado nos estudos, que não queria. Padre João me falou que isso não importava, pois outros sacerdotes também tinham a mesma realidade que eu. Então, eu decidi tentar. Vim pra Recife, e, depois de 13 anos, eu rezei minha primeira Missa. Padre Visentin, no almoço, com todas autoridades presentes... Hoje, são 70 anos de Salesiano de Dom Bosco (2022), 60 anos de sacerdote. E eu gosto daquela frase do Pe. Leôncio da Silva que está na parede da biblioteca do Sagrado Coração do Recife (se ninguém apagou):  “Vale a pena ser padre, vale a pena ser salesiano". E salesiano eu digo hoje, segundo o coração de São João Bosco, de Jesus Cristo e da Santíssima Virgem Maria Imaculada Conceição.” Por Pe. José Ferreira, falando em vídeo para o NH   Observações do Arquivo Inspetorial: O Coadjutor Batista Vanconcelos pertencia à comunidade de Juazeiro do Norte, nos anos 43 e 44, quando deve ter sido o contato com o adolescente José Ferreira de Lima (15 para 16 anos). O Pe. Giovanni Seu era diretor e pároco da comunidade de Barcelos, na Prelazia de Rio Negro. Pode ter passado pelo noviciado, em Jaboatão, em 1951, quando o noviço José Ferreira de Lima ajudou sua Missa no Santuário.
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JUAZEIRO DO NORTE | Obra Salesiana anuncia live solidária

JUAZEIRO DO NORTE | Obra Salesiana anuncia live solidária

22 de julho de 2021
No próximo dia 14 de agosto, a Obra Salesiana de Juazeiro do Norte promoverá uma grande live solidária, a ser transmitida diretamente do Complexo do Horto, um dos principais pontos turísticos da Região do Cariri Cearense. O Complexo do Horto integra as instituições salesianas, em Juazeiro, e é internacionalmente conhecido por sua representatividade religiosa, cultural e turística. Em Juazeiro do Norte, a Obra Salesiana é composta por diferentes instituições que envolvem educação, religiosidade, turismo e cultura. Entre as estruturas que integram a presença salesiana, nesta cidade, estão: Escola Salesiana São João Bosco, Rádio FM Padre Cícero, Santuário do Sagrado Coração de Jesus e o Complexo do Horto. O principal objetivo da Live Solidária é reforçar a presença da Obra Salesiana nesta cidade, através da solidariedade, também angariar alimentos para instituições sociais, beneficiando um número significativo de pessoas, especialmente frente às dificuldades socioeconômicas impostas pela pandemia. A proposta da live conta com a participação de diferentes músicos. Como eventos que antecedem a Live Solidária, a Obra Salesiana tem realizado as “Paradas Solidárias”, que teve início no último dia 11 de julho, e já arrecadou centenas de quilos de alimentos, através de anúncios e coletas direta de alimentos, nas ruas da cidade. A ação é protagonizada por colaboradores da Obra Salesiana e voluntários do projeto. Para o padre Raimundo Nonato, diretor da Obra Salesiana em Juazeiro do Norte-CE, o projeto motiva a solidariedade, especialmente nesse período de dificuldades impostas pela pandemia da covid-19. O sacerdote reforça “não podemos ficar indiferentes a essa realidade”. Os alimentos podem ser doados nas instituições da Obra Salesiana em Juazeiro, ou através dos contatos institucionais que podem ser identificados nas redes sociais. Por Francisco Mário
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AJS | Areia Branca realiza Vigília Jovem

AJS | Areia Branca realiza Vigília Jovem

22 de julho de 2021
No último sábado, 17 de julho, a AJS Areia Branca realizou a Vigília REZAR + DOM BOSCO. Inicializou com a Santa Missa presidida pelo Padre Demontier, enfatizando em sua homilia a importância da presença do bom pastor junto a suas ovelhas. Ele ressaltou que “a Espiritualidade que nós aprendemos com São João Bosco, é a espiritualidade do bom pastor, que cuida de suas ovelhas”. Posteriormente, a Vigília começou com muito louvor, animando a juventude que ali estava e  com uma breve oração. A partilha da palavra foi introduzida pela colaboradora Edvanda Pereira, evidenciando a sua história de vida, ser jovem, a alegria que não teve de ser jovem. Enfatizou em suas breves palavras que, “as adversidades existem, mas o amor de Deus e a alegria que habita dentro de mim, tem que ser tão jovem e sempre jovem para vencer as adversidades”. A seguir, três jovens da AJS partilharam belíssimos testemunhos, jovens destacando em suas vidas a Devoção de Nossa Senhora, Superação de Vida e a Experiência com a Eucaristia. A coordenadora dos cooperadores, Navegante Silva, em seu testemunho, nos fez relembrar o quanto é necessário ser devoto de Maria, e imitar o seu exemplo do serviço junto ao seu filho. A mesma ressaltou que a sua devoção vai “além de receber só o que pedimos e sim o amor que ela tem por nós, o seu amor de mãe e o amor dela por Cristo que nos leva a ele". O Jovem aspirante a cooperador Felipe Brito em suas palavras referiu a sua superação de vida, uma experiência de Fé. Em sua caminhada, passou por várias religiões, destacando que, no ano de 2016, decidiu caminhar em um dos grupos articulado na AJS, Josc. O mesmo o reforçou, em um dos seus momentos difíceis da vida, levaria consigo em sua caminhada salesiana uma frase que marca até hoje: “Se não fosse Dom Bosco, eu não teria conhecido os meus melhores amigos”. A jovem Jairla nos contou um pouco sobre a sua Experiência com a Eucaristia. Eem sua primeira comunhão, teve verdadeiramente um encontro com Jesus, pois encontrou um grande amigo, Jesus Eucarístico. Ainda nos fez lembrar que o REZAR + DOM BOSCO começa com a Santa Missa, pois é o único lugar em que podem se fazer presente em um só corpo com Jesus, na sagrada Eucaristia, durante a missa. A jovem nos fez lembrar que o nosso verdadeiro grande amigo é Jesus, e para experimentar essa amizade com Jesus, precisamos  frequentar a Santa Missa mais vezes. Por fim, o evento finalizou-se com a adoração, em que vários corações se sentiram tocados a se aproximar do altar, pois a saudade em ter Jesus Eucarístico no meio deles era grande, ali entregaram as suas vidas, adorando-o. O Senhor bens conhece as nossas limitações e fraquezas, mas mesmo sabendo disso, os chama a estar perto de ti… fica conosco, Senhor. Por Equipe de Comunicação AJS Areia Branca
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30 Anos da vida sacerdotal do nosso Bispo Dom Francisco Lucena

30 Anos da vida sacerdotal do nosso Bispo Dom Francisco Lucena

22 de julho de 2021
Neste dia 21 de julho, o nosso Bispo, Dom Francisco Lucena, completou 30 anos de Vida Sacerdotal. Em nome da Paróquia, o pároco Pe Laércio esteve pela manhã na Cúria Diocesana, para expressar a nossa gratidão pelo seu pastoreio. Louvamos a Deus pelas virtudes do nosso Pastor. Um zelo grandioso, em relação à administração e principalmente ao anúncio do Evangelho. "Neste dia, voltemos o nosso olhar para Deus pedindo saúde e paz para o nosso Bispo. Uso as palavras de Dom Bosco: "Bom Cristão e Honesto Cidadão" (Pe. Laércio, sdb). Ainda em homenagem ao nosso Bispo, a comunidade da Paróquia de São José do Carpina escreveu uma carta aberta ao nosso bom pastor: *Carta aberta ao nosso amado Bispo Dom Francisco Lucena, que hoje completa 30 anos de sua Vida sacerdotal* Paz e bem!  Excelentíssimo Pastor, Dom Francisco, hoje rendemos graças e louvores ao nosso bom Deus que é Pai, rico de amor e misericórdia, pela sua vida, por toda sua dedicação e doação ao Reino de Deus, e de modo muito especial, por todos estes 30 anos de pastoreio. O Bispo é aquele que governa a Igreja na caridade do Espírito Santo. Dom Francisco, sua vida é uma ação de graças a Deus; percebe-se que uma vida vivida na caridade e no amor aos pobres, reflete dedicação à Igreja e na vivência do episcopado. E, para o senhor que se coloca como servo e homem do Espírito Santo, servo aprendiz, nos parabenizamos pelos seus 30 anos de vida dedicada exclusivamente ao serviço do Senhor na sua Igreja. Gratidão pelo seu SIM incondicional àquele que o chamou e o capacitou para esse serviço e essa missão: Jesus Cristo. Que Deus sempre vos abençoe! De todos os irmãos em Cristo da Paroquia de São José do Carpina
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CONGREGAÇÃO | Fraternidade e gratidão: os Conselhos Gerais das FMA e dos SDB juntos para um encontro fraterno

CONGREGAÇÃO | Fraternidade e gratidão: os Conselhos Gerais das FMA e dos SDB juntos para um encontro fraterno

22 de julho de 2021
(ANS - Roma) - Ontem, 21 de julho de 2021, na Casa Geral das Filhas de Maria Auxiliadora, de Roma (RCG), os membros dos Conselhos Gerais FMA e SDB se encontraram pela primeira vez depois do Capítulo Geral dos Salesianos, ocorrido em março de 2020. Foi um momento de fraternidade e mútuo conhecimento, realizado às vésperas da celebração do 24° Capítulo Geral das Filhas de Maria Auxiliadora. O encontro constituiu uma experiência familiar, que se fez sentir em muitos aspectos, sobretudo no acolhimento festivo, Concelebração Eucarística, jantar, as várias saudações, troca de presentes. A Concelebração Eucarística, presidida pelo Reitor-Mor P. Ángel Fernández Artime e animada pelas Conselheiras, foi oferecida pelo próximo 24°CG das FMA e permitiu expressar reciprocamente o agradecimento pelo dom da comunhão e da fraternidade, características da espiritualidade salesiana. Na homilia, o Reitor-Mor convidou a refletir sobre o fato de que toda a história da salvação se desenvolve na Fé: “Todos os dias vemos os frutos da vida das nossas realidades, sinal de que Deus opera milagres de salvação, de transformação e de conversão. A verdadeira renovação do Instituto e da Congregação depende da Fé e da nossa conversão na Fé, na Fé autêntica, que regenera a nossa missão pelos Jovens. “Senhor, aumentai a nossa Fé”! A celebração do Capítulo será uma experiência de Espírito Santo; e será a nossa Fé a nos fazer repetir: "Senhor, tudo o que Vós quiserdes se cumpra em mim!". Quando deixamos que Deus seja Deus, então vivemos na Fé. Na alegria. Na Esperança”. De noite, o jantar - que mais uma vez reuniu a todos – também proporcionou belos momentos: a apresentação recíproca, o canto a Madre Mazzarello composto e interpretado pelo P. Gildasio dos Santos Mendes, Conselheiro para a Comunicação Social, a boa-noite do Reitor-Mor e suas expressões de fraternidade à Madre e ao Instituto FMA que se prepara para o Capítulo Geral; ele também compartilhou notícias sobre o "Museu da Casa Dom Bosco", em Turim, cujo acervo está sendo enriquecido por significativa documentação sobre todos os Grupos da Família Salesiana e sobre cada um dos Santos e Bem-Aventurados: Eles são o rosto mais belo da grande Família Salesiana. A noite se encerrou com a troca de presentes e com as palavras da Madre Geral, Ir. Yvonne Reungoat, que agradeceu o caminho vivido juntos em sinodalidade, desejando que ele possa continuar como sinal de comunhão da Congregação dos Salesianos de Dom Bosco e do Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora, unidos pelo mesmo Carisma – Dom para os Jovens e as Jovens de todo o Mundo. Fonte: https://www.cgfmanet.org/
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CARPINA (PE) | Colégio Salesiano se destaca com mais de 250 premiados em Olimpíadas de Conhecimento

Excelente Preparação Resulta em Conquistas Notáveis O ano de 2023 foi marcado pelas conquistas para os alunos do Colégio Salesiano Carpina. A escola obteve mais de 240 medalhas em Olimpíadas de Conhecimento realizadas durante todo o período letivo, além de menções honrosas, com destaque para Olimpíada Brasileira de Raciocínio Lógico (OBRL), Olimpíada Internacional de Matemática […]
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CONGREGAÇÃO | RMG – O Reitor-Mor, Cardeal Ángel Fernández Artime, revela o tema da Estreia 2024

(ANS – Roma) – A tão esperada apresentação da Estreia do Reitor-Mor, com sua primeira projeção, ocorreu às 17h da quarta-feira, 27 de dezembro, na Casa Geral das Filhas de Maria Auxiliadora, em Roma. Centenas de Irmãs Salesianas, salesianos, membros da Família Salesiana e jovens estavam presentes para participar e valorizar este importante evento anual que […]
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RECIFE-Sagrado Coração | Cantata Natalina encanta o público com uma interpretação do Baile do Menino Deus

O Colégio Salesiano Sagrado Coração de Jesus promoveu mais uma edição da Cantata Natalina, um espetáculo realizado pelas turmas do Turno Integral com música em canto coral, dança e interpretação de uma das mais tradicionais peças de fim de ano, com autoria pernambucana, o Baile do Menino Deus. Na noite do dia 20 de dezembro […]
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