CONGREGAÇÃO | UM DESAFIO À NOSSA HUMANIDADE. A riqueza que corre o risco de nos tornar cegos e surdos

CONGREGAÇÃO | UM DESAFIO À NOSSA HUMANIDADE. A riqueza que corre o risco de nos tornar cegos e surdos

9 de janeiro de 2026 Por paulo
A MENSAGEM DO REITOR-MOR, Pe. Fábio Attard A parábola do rico e do pobre Lázaro que encontramos no evangelho de Lucas, capítulo 16, 19-31, não é simplesmente uma história sobre a justa distribuição das riquezas materiais. É uma narrativa que penetra no coração da condição humana, colocando-nos perante uma pergunta inquietante: quem possui verdadeiramente quem! O rico possuía a sua riqueza, ou era a riqueza que o possuía, transformando-o em seu escravo? Esta inversão de perspetiva abre um espaço de reflexão profunda. O homem da parábola não era condenado por ter roubado ou explorado, mas por se ter tornado cego e surdo. A sua tragédia não estava no ter, mas em não ver e em não escutar. Vivia num mundo reduzido única e simplesmente às dimensões da sua casa, dos seus bens, do seu bem-estar imediato. À porta da sua casa jazia Lázaro, coberto de chagas que os cães vinham lamber, mas aquele pobre tinha-se tornado invisível, o seu grito silencioso inaudível. A riqueza existencial Quando falamos de riqueza, tendemos imediatamente a pensar no dinheiro, nos bens materiais, no sucesso económico. Mas existe uma riqueza, mais subtil e pervasiva: a existencial. É a riqueza de quem está bem, de quem encontrou o seu espaço de conforto, de quem vive rodeado de relações positivas, de experiências gratificantes, de certezas tranquilizantes. É a riqueza de uma comunidade que funciona, de um grupo onde uma pessoa se sente acolhida, de um ambiente onde tudo decorre de forma agradável. Esta riqueza existencial é um dom, não há dúvida. É justo gozar dela, celebrá-la, dar-se conta da beleza daquilo que se vive. Mas precisamente aqui se esconde o perigo mais insidioso: o de se fechar nesta abundância, de transformar o espaço do bem-estar num gueto dourado, separado da realidade circundante. O rico da parábola vivia assim. Não lhe faltava nada e, no entanto, faltava-lhe tudo: faltava-lhe a capacidade de ver fora de si mesmo, de se deixar tocar pela realidade que pressionava à sua porta. A sua riqueza tornara-se uma prisão invisível, com grades de rotina, indiferença e autorreferencialidade. A cegueira e a surdez do conforto A zona de conforto é um dos conceitos mais perigosos da modernidade. Está incluído nele que o bem-estar é um direito a proteger, mais do que um dom a compartilhar. Convence-nos que preservar o nosso equilíbrio é mais importante do que abrir-nos ao grito dos outros. Sussurra-nos que já fizemos bastante, que podemos finalmente descansar, que os outros problemas não nos dizem respeito diretamente. A cegueira do rico não era física, mas espiritual. Via o seu palácio, os seus hábitos, a sua mesa preparada. Mas não via Lázaro. Não porque Lázaro estivesse escondido, mas porque o rico havia desenvolvido aquela especial forma de cegueira que filtra a realidade, deixando passar só aquilo que confirma a própria visão do mundo. E havia também a surdez. O texto revela-nos este segundo defeito quando o homem, do além, suplica a Abraão que envie alguém dos mortos para que os seus irmãos escutem. Mas era ele que não havia escutado! Era surdo ao grito silencioso da pobreza, àquele sofrimento que não grita, mas subsiste, que não perturba, mas existe, que não reclama, mas espera. A escuta interior como condição indispensável da escuta exterior Como se ultrapassa esta dupla paralisia da cegueira e da surdez? A resposta não consiste num simples esforço de vontade ou num programa de atividades sociais. A resposta consiste numa conversão mais profunda: não podemos ver Cristo no pobre, se não contemplarmos Cristo dentro de nós. Não podemos escutar o grito dos vulneráveis, se não estivermos sintonizados com a voz de Deus no nosso coração. As grandes testemunhas da caridade – de Dom Bosco a Madre Teresa de Calcutá – não partiram de uma análise lógica da pobreza, mas de uma experiência mística do amor de Deus. A sua capacidade de ver, escutar e responder ao exterior nascia de uma vida interior intensa, de uma contemplação que não era fuga do mundo, mas preparação para o encontro com o mundo. Este é o paradoxo: quanto mais se desce na profundidade do próprio coração para aí reconhecer o amor de Deus, mais se adquire a capacidade de sair de si para ir ao encontro do outro. A vida espiritual não é um fechar-se em si narcisístico, mas o afastamento necessário para desenvolver aquela sensibilidade que nos permite perceber Cristo onde quer que se manifeste. A missão como condivisão da riqueza Cada pessoa é uma missão. Esta afirmação não significa que todos devemos tornar-nos ativistas frenéticos ou empenhar-nos em projetos grandiosos. Significa antes que a riqueza que recebemos – material, cultural, espiritual, existencial – não é propriedade exclusiva nossa, mas um dom destinado a circular. Quem ama põe-se sem movimento, sai de si, deixa-se atrair e atrai à sua volta. O amor é dinâmico por natureza: não pode ser acumulado, conservado, blindado numa zona de conforto. Ou o compartilhamos, ou o perdemos. Ou o fazemos circular, ou se corrompe. O desafio, portanto, não é renunciar à riqueza existencial, mas possuí-la de modo diferente: não como proprietários ciosos, não como ponto de chegada, mas como ponto de partida para novos percursos de partilha. Minoria criativa e sinais de esperança Num mundo marcado por crescentes desigualdades e indiferenças estruturais, quem escolhe não se tornar cego e surdo torna-se necessariamente uma minoria. Mas esta é uma minoria criativa, capaz de acender luzes de esperança ainda que pequenas, mas certamente contagiantes. A esperança não é otimismo ingénuo nem resignação passiva. A esperança é uma pessoa: Cristo, que continua a interpelar-nos através de todos os Lázaros que jazem à porta da nossa existência. Reconhecê-l’O ali, no rosto desfigurado do pobre, no grito silencioso do excluído, no sofrimento ignorado do vulnerável, é o único modo de não nos tornarmos escravos da nossa riqueza, de não acabarmos consumidos pelo nosso próprio bem-estar. A parábola inculca-nos com urgência: hoje, já, antes que seja demasiado tarde, abrir os olhos e os ouvidos à realidade que nos rodeia. Porque amanhã, do outro lado, de nada servirá chorar por não ter visto nem escutado. Fonte: ANS
VER MAIS

CJC | Congresso Geral do Movimento tem início em Recife e marca momento histórico de unidade, escuta e esperança

CJC | Congresso Geral do Movimento tem início em Recife e marca momento histórico de unidade, escuta e esperança

CJC 9 de janeiro de 2026
Teve início nesta quinta-feira (9), com a solenidade de abertura, o Congresso Geral do Movimento CJC, que está acontecendo no Colégio Salesiano Sagrado Coração, em Recife (PE). Considerado a Assembleia Máxima do Movimento, o encontro reúne delegações dos quatro estados onde estão o CJC: Pernambuco, Ceará, Alagoas e Bahia; com programação preenchida pela convivência amiga, formação, discernimento e decisões que orientam os rumos da caminhada do CJC para o próximo triênio. [gallery columns="2" size="large" ids="456233,456234,456235,456236"] Vivenciado clima de oração, fraternidade e corresponsabilidade, o Congresso Geral acontece em um tempo profundamente simbólico: o ano Jubilar do Movimento CJC, que prepara a celebração dos 60 anos de história, fé e missão. Inspirado pelo tema “Estamos vibrando os 60 anos da família”, o congresso reforça o sentido de pertença, continuidade e compromisso com o carisma salesiano vivido pelo CJC. Ao longo da programação, os congressistas participam de momentos celebrativos, reflexões formativas, partilhas em grupo e espaços de escuta, além dos momentos deliberativos incluindo a eleição do novo Conselho Geral. [gallery size="large" columns="2" ids="456237,456238,456239,456240,456241,456242"] Mais do que um encontro geral, o Congresso é expressão viva da comunhão que sustenta o Movimento CJC. É espaço onde cada realidade local é gerações se encontram para reafirmar a missão de evangelizar jovens, formando cristãos comprometidos com a Igreja e com a sociedade. O Congresso, que segue até o domingo, está em sua 27ª edição e conta com a continuidade dessa missão de evangelização da juventude em muitos anos futuros e para sempre. Por Wallacy Ferreira, Líder de comunicação do movimento CJC [gallery columns="2" size="large" ids="456246,456247"] [gallery columns="1" size="large" ids="456244"]  
VER MAIS

IGREJA | Pensar juntos, caminhar juntos

IGREJA | Pensar juntos, caminhar juntos

9 de janeiro de 2026
Terminou ontem, em Roma, uma importante reunião do Papa com 170 cardeais. Esse tipo de reunião é chamado Consistório. Consistório é a reunião dos cardeais com o Papa, uma reunião para refletir sobre assuntos importantes da vida da Igreja. Pensar juntos, caminhar unidos Cardeal é um título dado a alguém convocado pelo Papa (o atual ou um anterior) para colaborar com o seu governo na Igreja. Ǫuase todos são bispos. Eles são escolhidos em representação do mundo católico de todos os recantos do mundo. Na Igreja, são atualmente 245 cardeais. O número faz referência ao grupo dos apóstolos que conviviam com Jesus e com quem Jesus mantinha frequentes diálogos. Era um grupo de 12. Na vinda do Espírito Santo, em Pentecostes, estavam reunidos 120 discípulos e discípulas. O número de cardeais é 120 x 2 (um número aproximado a 240, hoje 245). Os cardeais se reúnem em consistório para dialogar sobre determinados assuntos e definir prioridades e orientações para ação do Santo Padre à frente da Igreja. Para este consistório que terminou ontem, os cardeais escolheram dois assuntos para a sua reflexão: a sinodalidade e a missão. No início da solene reunião, o Papa Leão disse: "Sinto a necessidade de poder contar com vocês: foram vocês que chamaram este servo para esta missão! Assim, gostaria de dizer que considero importante trabalharmos juntos, discernirmos juntos, buscarmos o que o Espírito nos pede." Ele chamou a atenção que o colégio cardinalício (o conjunto dos cardeais) não promove agendas pessoais ou de grupos, mas está atento à humanidade sedenta de paz. E a humanidade passa por situações preocupantes, como enfatizou o pregador na abertura dos trabalhos. Comentando o evangelho da tempestade no mar, ele disse: “Nós também vivemos em tempos de tempestades terríveis, marcados por uma violência crescente, desde o crime armado até a guerra. A diferença entre ricos e pobres está cada vez maior. A ordem global nascida após a última guerra mundial está se desintegrando. Ainda não sabemos quais serão os resultados da Inteligência Artificial. Se ainda não estamos inquietos, deveríamos estar”. A busca de caminhos comuns para a missão em meio às dificuldades deste tempo continua. Em junho, haverá um novo consistório. E já se anuncia para 2028, a realização de uma grande Assembleia Eclesial. Pe. João Carlos Ribeiro, sdb
VER MAIS

JOÃO PESSOA (PB) | Na festa da Sagrada Família, 86 casais renovam os compromissos matrimoniais

JOÃO PESSOA (PB) | Na festa da Sagrada Família, 86 casais renovam os compromissos matrimoniais

7 de janeiro de 2026
 A Paróquia Salesiana Nossa Senhora das Dores viveu um momento especial de fé e emoção no último dia 28 de dezembro, durante a celebração da festa da Sagrada Família. Na ocasião, 86 casais renovaram seus compromissos matrimoniais em uma Santa Missa marcada pela oração, pelo agradecimento e pela valorização da vida familiar. A celebração foi presidida pelo pároco, Pe. Paulo Henrique, que, em sua homilia, refletiu sobre o papel da família na construção de uma sociedade mais humana e fraterna. O sacerdote destacou que a família continua sendo espaço de amor, cuidado e aprendizado, mesmo diante dos desafios impostos pela vida cotidiana. Segundo ele, é no convívio familiar que se aprende a partilha, o perdão e a perseverança. Pe. Paulo ressaltou ainda que o matrimônio cristão é uma vocação que se constrói no dia a dia, com diálogo, respeito e confiança em Deus. Ao convidar os casais à renovação dos compromissos, recordou que o “sim” dado no altar é reafirmado a cada escolha feita com amor e responsabilidade dentro do lar.[gallery columns="2" size="large" ids="456216,456217,456218,456219"]   O momento da renovação matrimonial foi vivido com profunda emoção pelos casais, muitos deles com anos de convivência, que agradeceram a Deus pela caminhada percorrida e renovaram o desejo de seguir juntos, fortalecidos pela fé. A presença da comunidade paroquial tornou a celebração ainda mais significativa, reforçando o sentido de comunhão e apoio mútuo entre as famílias. A festa da Sagrada Família, celebrada anualmente pela Igreja, recorda o exemplo de Jesus, Maria e José como modelo de unidade, fidelidade e entrega. Na Paróquia Nossa Senhora das Dores, a data foi marcada por um testemunho concreto de amor e compromisso, reafirmando a importância da família como núcleo essencial da vida cristã.Por Iolanda Barbosa
VER MAIS

FORMAÇÃO | Inspetorias em clima de preparação para Primeira Profissão Religiosa de 7 jovens salesianos

FORMAÇÃO | Inspetorias em clima de preparação para Primeira Profissão Religiosa de 7 jovens salesianos

5 de janeiro de 2026
As Inspetorias Salesianas São Luiz Gonzaga (BRE), São Pio X (BPA) e Nossa Senhora Auxiliadora (BSP) celebram, no dia 24 de janeiro, na Colônia Salesiana São Sebastião, em Jaboatão dos Guararapes (PE), a Primeira Profissão Religiosa dos jovens: N. Emanoel Sabino Carneiro (BRE); N. Gian Cunha de Andrade (BPA); N. Gustavo Eduardo do Nascimento (BPA); N. João Eduardo Porfírio Barbosa (BRE); N. Marcos Antonio Ferreira Borges Vieira Dias (BRE); N. Jorge Alberto Meira de Almeida (BRE); N. Matheus Pessoa Rodrigues (BSP). [gallery columns="1" size="large" ids="456199"] O NH conversou com os noviços salesianos e o P. Ivan Alves, responsável pela ilustração do convite. E você confere os detalhes: O significado da ilustração do convite para a Primeira Profissão Religiosa O Pe. Ivan nos explica, com muita profundidade: O Cajado: Símbolo do pastoreio. O projeto do fundador é de sermos «pastores», amigos dos jovens O discípulo se aproxima do Senhor. Respondemos a Jesus que nos chama ao nos aproximar de sua bondade. O único caminho verdadeiro de felicidade é estender a mão ao Senhor para que Ele nos conduza. Representação de casas: Tanto no Senhor quanto no discípulo temos representação «urbana», um lembrete que as periferias existenciais estão por toda parte. A própria Igreja está inserida no mundo, partilhando com todos «alegrias e esperanças» na busca por criar um mundo novo. As ovelhas: olhando diretamente para o Cristo são representação dos destinatários e também dos próprios consagrados que devem viver com docilidade a Palavra do Senhor. São acolhidas no colo do pastor. O coração: Símbolo do «ardor» pastoral daqueles que se identificam com o carisma. Todo ardor brota diretamente do coração do Senhor, sem a comunhão plena com Ele não existe verdadeira missão. Jesus, pastor e mestre aponta diretamente para a auréola, representação da Santidade. Parte fundamental do projeto educativo vivido por Dom Bosco é a santificação. Sobre a Escolha do Tema "Ao escolhermos como tema da nossa profissão religiosa a expressão “também a nós Ele chama para vivermos na Igreja o projeto de nosso fundador como apóstolos dos jovens” (Const. Salesianas, art. 96), manifestamos, antes de tudo, a consciência de que a vocação salesiana não nasce de uma iniciativa pessoal, mas de um chamado gratuito de Deus, acolhido e discernido no seio da Igreja. É o próprio Senhor quem toma a iniciativa e nos associa à missão confiada a Dom Bosco, inserindo-nos numa história de salvação que continua a gerar vida, esperança e sentido para os jovens, especialmente os mais pobres. Esse tema dialoga profundamente com a fase do noviciado, tempo privilegiado de escuta, assimilação e configuração interior ao carisma salesiano. No noviciado, somos chamados a interiorizar o projeto do fundador, não apenas como um conjunto de ideias ou práticas pastorais, mas como um verdadeiro estilo evangélico de vida, marcado pela caridade pastoral, pela alegria, pela presença educativa e pelo dom total de si. Escolher esse tema é reconhecer que a profissão religiosa é o momento em que declaramos publicamente o desejo de fazer nosso o sonho de Dom Bosco, deixando que ele molde nossas opções, afetos e projetos. Além disso, a expressão “vivermos na Igreja” recorda que nossa consagração não é isolada nem autorreferencial. Ela acontece em comunhão e a serviço da Igreja, inserida na missão que o Senhor lhe confia no mundo. Como noviços, estamos aprendendo a situar nossa vocação dentro desse horizonte mais amplo, compreendendo que ser salesiano — seja como presbítero ou como irmão coadjutor — é ser, ao mesmo tempo, consagrado, educador e evangelizador, sempre em diálogo com os desafios do tempo presente e com as reais necessidades da juventude. Por fim, afirmar-nos como “apóstolos dos jovens” nesta etapa formativa significa assumir um processo de amadurecimento humano, espiritual e carismático que nos prepara para uma entrega cada vez mais consciente e responsável. No noviciado, esse apostolado ainda é vivido sobretudo na forma de preparação interior, de purificação das motivações e de crescimento na identidade salesiana. Assim, o tema escolhido expressa não apenas aquilo que já somos, mas, sobretudo, aquilo que desejamos nos tornar, confiantes de que Aquele que nos chama é fiel e levará a bom termo a obra iniciada em nós." A expectativa das Inspetorias Salesianas São Luiz Gonzaga (BRE), São Pio X (BPA) e Nossa Senhora Auxiliadora (BSP) é grande para este momento tão marcante para os jovens salesianos. E você também pode acompanhar através do nosso canal oficial do YouTube, Salesianos Nordeste. Por Serviço Inspetorial de Comunicação Social, com informações do Pe. Ivan Alves e Noviços Salesianos.
VER MAIS

JOÃO PESSOA (PB) | Auto de Natal emociona fiéis e reforça protagonismo juvenil na Paróquia Nossa Senhora das Dores

JOÃO PESSOA (PB) | Auto de Natal emociona fiéis e reforça protagonismo juvenil na Paróquia Nossa Senhora das Dores

30 de dezembro de 2025
Na noite do domingo, 21 de dezembro de 2025, a Paróquia Nossa Senhora das Dores, em João Pessoa (PB), viveu um momento especial de fé, comunhão e expressão artística com a apresentação do Auto de Natal “O Menino Luz”, promovido pelo Movimento de Jovens Com Cristo (EJC) da AJS João Pessoa. A encenação possibilitou aos fiéis contemplarem, de forma simples e profunda, o mistério do nascimento de Jesus Cristo, resgatando o verdadeiro sentido do Natal cristão. Por meio de cenas marcadas pela sensibilidade e espiritualidade, a apresentação renovou sentimentos de esperança, alegria e fé, conduzindo a comunidade a uma experiência de reflexão e encontro com Deus.[gallery columns="2" size="large" ids="456168,456169,456170,456171"] O empenho dos jovens foi um dos grandes destaques da noite. Através da arte, eles anunciaram o Evangelho e demonstraram que, quando Deus é colocado à frente, cada gesto se transforma em sinal de amor e serviço. O Auto foi marcado por momentos de encanto e emoção, deixando uma mensagem viva que permanecerá na memória dos presentes. A iniciativa reforça a importância da juventude na vida da Igreja, evidenciando seu compromisso com a evangelização e com o fortalecimento da fé comunitária. Momentos como este contribuem para a vivência do espírito natalino, promovem a união entre os paroquianos e testemunham que, por meio da fé, da dedicação e do serviço, é possível anunciar Cristo de maneira atual, sensível e transformadora.Por Iolanda Bezerra
VER MAIS

NOTÍCIAS

 OEIRAS (PI) | Paróquia Nossa Senhora das Dores realiza 2ª Procissão em honra a São Sebastião

Na noite deste domingo, dia 18, a Paróquia Nossa Senhora das Dores, em João Pessoa, realizou a 2ª Procissão em honra a São Sebastião, reunindo um grande número de fiéis da comunidade paroquial e das capelas para um momento de fé, devoção e testemunho público. A procissão teve início na casa de um casal paroquiano, […]
VER MAIS

INSPETORIA | Posses de diretores e párocos

Em janeiro, o Inspetor Francisco Inácio deu início à entrega das cartas de obediência às comunidades da Inspetoria Salesiana São Luiz Gonzaga. Este momento marca oficialmente o envio e a missão de cada salesiano para o novo ciclo pastoral, reforçando o espírito de serviço, disponibilidade e comunhão que orienta a vida religiosa. A seguir, você […]
VER MAIS

COMUNICAÇÃO | Divulgada a mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais 2026

Em sua mensagem para o 60º Dia Mundial das Comunicações Sociais, divulgada no sábado, 24 de janeiro, por ocasião da festa de São Francisco de Sales, padroeiro dos jornalistas, o Papa Leão XIV destaca a importância de garantir que a inovação tecnológica, especialmente a Inteligência Artificial, esteja a serviço da pessoa humana, e não a […]
VER MAIS

TEMAS

INSTAGRAM

YOUTUBE