IRMÃS MEDIANEIRAS DA PAZ | Anúncio de novo Conselho Geral reforça compromisso com fé, ação e esperança

PROFISSÃO PERPÉTUA | Mensagem de Agradecimento

PROFISSÃO PERPÉTUA | Mensagem de Agradecimento

2 de fevereiro de 2026
A celebração foi marcada por um momento especial: a manifestação de agradecimento da parte dos dois novos perpétuos, feita por Giovanni de Lucena Morais. Em um clima de oração e entrega, suas palavras refletiram a profundidade da experiência vivida e a consciência do passo assumido naquele dia. Com simplicidade e emoção, Giovani expressou sua alegria e reconheceu a ação de Deus em sua caminhada, bem como o apoio da Família Salesiana e dos formadores que o acompanharam ao longo do discernimento vocacional, bem como ao seu colega Marcelo. Seu testemunho evidenciou o compromisso de viver a missão com fé, disponibilidade e espírito de serviço, recordando a todos a beleza de responder generosamente ao chamado vocacional. AGRADECIMENTOS Queridos irmãos e irmãs, Gostaríamos de saudar, em primeiro lugar, o padre Inácio, nosso Inspetor, que tão solenemente presidiu esta sagrada liturgia. Saudamos também, em nome do padre João Carlos, que hoje celebra seus 50 anos de profissão religiosa.  Saudamos todos os nossos irmãos salesianos. Se hoje estamos aqui, é porque muitos nos precederam e nos ajudaram a chegar até este momento, dando continuidade à missão de São João Bosco. Saúdo igualmente os nossos familiares, amigos, religiosos e religiosas que se fazem presentes nesta celebração e que rezam conosco. De modo especial, também dirijo uma saudação àqueles que nos acompanham por meio dos meios de comunicação social. São João Bosco foi um homem que procurou sempre viver na presença de Deus e deixou esse legado para nós, seus filhos. Toda a sua obra educativa tinha como objetivo fazer com que os jovens vivessem na presença de Deus e, ao longo da nossa formação vamos incutindo essa ideia, e aqui gostaria de compartilhar uma lembrança que introduz este momento de agradecimento. Há dez anos, exatamente há dez anos, quando estive na comunidade de Carpina para participar do meu primeiro estágio vocacional, me deparei com uma frase exposta em alguns ambientes que nos leva justamente a reconhecer a presença de Deus em nossas vidas: “Deus tudo vê”, estava exposta em alguns ambientes. Imediatamente a forma como estava exposta, confesso que me causou certa estranheza, pois, as vezes parece que quando dizemos "Deus tudo vê", acabamos incutindo um certo medo nas pessoas, como se Deus fosse um vigia que está constantemente lá do alto do céu, longe de nós a nos observar para no fim da vida, emitir um juízo matemático a respeito da nossa salvação. Porém passado alguns anos, tive a oportunidade de ressignificar essa impressão. Visitando um irmão que estava enfermo, entramos em seu quarto e vimos que ele havia exposto a frase: “Deus me vê”. Isso me tocou profundamente porque a consciência de nos reconhecermos vistos por Deus faz perceber que para além dos nossos atos exteriores. Deus vê quem realmente somos, em meio a tensão que existe entre nossas potencialidades e limites, angústias e alegrias, erros e acertos, pecados e virtudes. É fazendo-se próximo que Deus nos vê e, mais do que isso, se põe ao nosso lado para caminhar pelas estradas da vida. Pois nos vê na pobreza da nossa humanidade, na miséria dos nossos pecados, mas também conhece o desejo profundo que alimentamos de levar uma vida que seja do seu agrado. E é por isso, que Ele nos estende a mão para nos ajudar a caminhar nesta peregrinação terrestre. Dessa consciência que decorre do "Deus me vê", vem a convicção de que Deus nos ama. E isso releva algo tão grandioso que chega a nos constranger. Este período de preparação para a profissão perpétua nos convida a revisitar nossas histórias e como é que poderia Deus, todo-poderoso, olhar do alto do céu e enxergar duas pequenas cidades no Rio Grande do Norte, Jardim do Seridó e Encanto, e, no meio dessas cidades, nos escolher a nós para segui-lo? Como poderia? Isso é de uma grandeza infinita que nos constrange porque nesta celebração, por meio dos nossos superiores, Ele aceita a oferta das nossas vidas, Ele aceita o pouco que temos a oferecer. Pois tal como outrora chamou os que quis para estarem com Ele e depois enviá-los em missão, Jesus também nos convidou a permanecer com Ele e a tomar parte de sua vida, para que sejamos no mundo sinais e portadores do seu amor aos jovens, sobretudo aos mais pobres. O lema escolhido para esta celebração — “Não temas, estou contigo” expressa duas realidades. A primeira é que, se chegamos até este momento, foi pura graça de Deus. Foi Ele quem nos chamou, e nos assistiu tantos momentos ajudando-nos a perseverar principalmente nos momentos de dificuldade, até mesmo em tempos de pandemia, quando a morte se avizinhou de nós. Foram muitos os momento em que Deus nos assistiu. A segunda realidade é  que também temos a certeza de que, a partir de agora, Ele continuará a caminhar conosco frente a grandiosidade da missão que assumimos. E aqui eu gostaria de recordar o saudoso Papa Bento XVI, que, na primeira locução dirigida aos fieis do mundo inteiro após sua eleição, dizia: Consola-me saber que o Senhor sabe trabalhar e agir também como instrumentos insuficientes. Com a profissão religiosa, definida por nossas Constituições como um sinal do encontro de amor entre o Senhor que chama e o discípulo que responde, doando-se inteiramente a Ele e aos irmãos nós não encerramos hoje uma jornada; ao contrário, inauguramos um novo caminho, afirmando que queremos viver para sempre em sua presença  como salesianos de Dom Bosco. E aqui cumprimos o dever de agradecer a Deus que por vias misteriosas nos conduziu até este momento. De minha parte recordo com alegria o despertar vocacional que se deu na paróquia de Nossa Senhora da Conceição, em Jardim do Seridó, ainda criança, acompanhado pelas irmãs, pude trilhar e dar os primeiros passos da vida cristã na Infância Missionária e depois de um momento de prova, lá no Instituto Maria Auxiliadora em Natal pude amadurecer esse chamado de Deus. Recordamos também com alegria e eterna gratidão a história de Marcelo, no Alto Oeste Potiguar, onde, sentiu-se chamado ao sacerdócio e durante uma missão de Semana Santa, na querida Serra do Mel confrontou-se de tal modo com o carisma salesiano, que  sentiu a necessidade de ressignificar seu projeto de vida e recalcular a rota. E olhando para trás, e recordando das inquietações que povoavam nossos corações antes da decidir que queríamos ser salesianos de Dom Bosco, agradecemos a Deus por ter nos dado a coragem necessária e mais do que isso, agradecer pelas pessoas que estiveram ao nosso lado. Agradecemos, em primeiro lugar, aos nossos pais e irmãos, que nos apoiaram sempre, transmitiram a fé e a fortaleza na esperança. Aos nossos padrinhos, essa liturgia recorda a graça batismal, que junto aos nossos pais nos transmitiram a fé cristã que hoje assumimos de modo pleno, definitivo, no desejo de tornar, de viver radicalmente a graça batismal que recebemos. E falando em família, não poderíamos esquecer daqueles que rezaram por nós e já se encontram na eternidade: os avós de Marcelo, Cosma Pereira da Silva e Pedro Augusto da Costa, grandes testemunhas de fé, assim como minha avó Otilda e minhas tias Helena e Hermínia. Tenho certeza que do céu oram por nós. Aos amigos e benfeitores, sacerdotes, religiosos, religiosas e leigos que colaboraram em nosso processo de discernimento vocacional e formativo, desde as bases até o tirocínio, nossa sincera gratidão, por colaborarem conosco neste processo de amadurecimento. Em nome do padre Inácio, nosso superior provincial, também nos dirigimos aos irmãos de nossa Inspetoria e aqui eu recordo a fala de padre Pessinatti numa profissão perpétua, ele dizia ao professando: nós te acolhemos como irmão e perguntava ao que professava: você nos acolhe como irmãos? Dizemos sim! Acolhemos!  Estamos aqui para fazer parte de uma família e somos agradecidos a Deus por casa um de vocês. [...] Muito obrigado a todos. Nossa sincera gratidão.
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FORMAÇÃO | Profissão Perpétua: Vocação vivida no espírito de Dom Bosco

FORMAÇÃO | Profissão Perpétua: Vocação vivida no espírito de Dom Bosco

2 de fevereiro de 2026
A Celebração Eucarística com a Profissão Perpétua, que reuniu salesianos, familiares e membros da família salesiana, foi presidida pelo Pe. Inspetor Francisco Inácio, com a concelebração de sacerdotes da Inspetoria São Luiz Gonzaga. O momento foi marcado pela fé, pela comunhão e pelo compromisso com a missão salesiana. A seguir, compartilhamos a homilia proferida pelo Pe. Inspetor, convidando à reflexão sobre a vocação e a entrega a Deus. Caríssimos irmãos no presbitério, amados irmãos e irmãs, querida família salesiana, membros da família salesiana dos nossos irmãos Giovanni e Marcelo, a Palavra de Deus, no contexto da solenidade de nosso pai fundador São João Bosco, na ocasião da profissão perpétua destes nossos irmãos, indica uma clara estrada eclesial, uma estrada para toda a comunidade dos discípulos de Jesus, um caminho a ser seguido. Estando em Cafarnaum, no contexto do discurso eclesial do evangelista Mateus, Jesus é provocado por uma pergunta dos discípulos, uma pergunta, de certo modo, mal formulada, porque parte de referenciais opostos àqueles do sobre o Reino dos Céus. Uma preocupação, portanto, totalmente alheia e até contrária ao espírito do Evangelho. A pergunta revela muito do coração dos discípulos: quem é o maior no Reino dos Céus? Jesus pacientemente fala ao coração limitado dos discípulos, não com grandes discursos: conversão, pequenez, docilidade, simplicidade, nas palavras de Jesus, como uma criança. Nossa sociedade, irmãos, é marcada por relações de interesses que enfatizam a busca constante pelo poder, onde sobressaísse em detrimento dos demais conquistar notoriedade e visibilidade, comentar maldosamente os próprios potenciais comparando-os às deficiências ou limitações dos outros, onde pessoas são classificadas como fracas ou fortes, capazes ou incapazes, de nível ou não. Para quem se dirige a palavra de Jesus? A todos nós, a toda a Igreja, principalmente aos que publicamente professamos o caminho da humildade e da pequenez com a vida consagrada: “se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças”. A Palavra de Deus ensina que a sabedoria, a técnica, a inteligência do mundo não garantem absolutamente a posse da verdade. O que garante é ter um coração aberto a Deus, às suas propostas. E, com frequência, irmãos e irmãs, com muita frequência são os pequeninos, os evangelicamente pobres, os humildes, que sintonizam com Deus, que harmonizam o coração com Deus, que acolhem a verdade do Evangelho que Ele quer oferecer a todos para levar à plenitude. Nós, homens e mulheres deste tempo, somos tentados a admirar os sábios, os inteligentes, os intelectuais, os ricos, os poderosos, os melhores, segundo o nosso parecer. Mas, na Palavra de Deus, os que ditam modas ou ideias ou definem o que deve ser feito não correspondem ao Evangelho. Nessa pergunta provocada dos discípulos a Jesus, também me fez recordar uma lembrança de família. Era o dia 22 de março de 1858. Dom Bosco, jovem ainda, praticamente há um ano do início da nossa Congregação, é recebido em audiência pelo Papa Pio IX. É a segunda de tantas audiências de Dom Bosco com o Papa Pio IX. O Papa pergunta a Dom Bosco: “Dom Bosco, entre tantas ciências que o senhor estudou, qual foi a que mais lhe agradou?”. “Santo Padre”, respondeu Dom Bosco, parafraseando São Paulo na Primeira Carta aos Coríntios. Surpreendente, irmãos: “Meus conhecimentos não são muitos, mas aquele que eu gostaria e desejo sempre é Scire Christum et eum crucifixum”. O texto está em latim nas Memórias Biográficas: é conhecer Jesus Cristo e este crucificado. Essa é a resposta de Dom Bosco ao Papa. O Santo Padre, provando a grandeza de alma de Dom Bosco, apresenta-lhe então alguma proposta, sabemos qual: privilégios, estar perto do Papa, em alguma situação e, sem titubear, Dom Bosco termina o diálogo dizendo: “Santíssimo Padre, é melhor que eu continue sendo o pobre Dom Bosco”. Conclui Dom Bosco. Na verdade, queridos irmãos e irmãs, o Evangelho falou tão alto na vida de Dom Bosco, foi a medida de todos os seus critérios. Não cedeu à tentação da grandeza. Como não amar? Como não louvar Dom Bosco neste dia? Caríssimos, meus irmãos salesianos, no discurso final do Capítulo Geral 29, mais ou menos há um ano, o nosso novo Reitor-Mor, sucessor de Dom Bosco, o 11º, alertava todos os irmãos dizendo que, muitas vezes, o risco é nos satisfazermos com um conhecimento superficial de Dom Bosco, que não se conecta com os desafios de hoje. Com o conhecimento superficial de Dom Bosco somos pobres, diz o Reitor-Mor, daquela bagagem carismática que nos torna autênticos filhos de Dom Bosco. Sem conhecer Dom Bosco profundamente, não podemos e não chegamos a encarná-lo nas culturas onde estamos, nas diversas realidades e comunidades de nossas inspetorias. Se não conhecermos Dom Bosco e não o estudarmos, não poderemos compreender a dinâmica de suas lutas, o seu profundo itinerário espiritual e, consequentemente, as raízes de suas grandes opções pastorais. Nós o amaremos apenas de modo superficial, sem a verdadeira capacidade de imitá-lo como homem, concluiu o Reitor-Mor, profundamente santo. Irmãos e irmãs, justamente por conta desse testemunho de santidade para toda a Igreja, aqui estamos. Não viemos de nossas comunidades, de nossas casas, para aplaudir os irmãos que se autoproclamam religiosos, radicais, seguidores. O rito é eloquente. Acompanharemos, daqui a pouco, o gesto da prostração, que dirá a todos nós da nulidade, da pequenez, da fragilidade de todos nós, servidores do Evangelho. A prostração, irmãos e irmãs, é vulnerabilidade corpórea, é entrega das próprias seguranças a Deus, é a máxima súplica acompanhada pelos santos e santas, beatos e beatas. É a profissão da nossa fidelidade a Deus e a dinâmica de uma entrega que se faz hoje para sempre. A oração de consagração dos neoprofessos perpétuos vai invocar a obediência generosa, a pobreza alegre, a caridade radiante, o coração aberto, o serviço cordial, a paciência na provação, a alegria da segunda leitura, a audácia na esperança, a simplicidade generosa e o ardor apostólico, onde Deus nos quiser levar. Caríssimos irmãos, enxergamos em São João Bosco um exemplo. Nele admiramos as qualidades evangélicas, a humildade laboriosa, porque provada, exigida e empenhada em cada uma de suas decisões. “Pratiquemos o que aprendemos”, dizia a segunda leitura. Apresentemos nossas necessidades a Deus. Ocupemo-nos do bem, irmãos, não da grandeza. E Ele, Pastor supremo e eterno, se ocupará das pobres ovelhas de seu rebanho, como cantamos, que somos todos nós. Que Ele nos liberte, como cantamos no salmo, do ardiloso poder da prepotência em nós e nos conceda uma humildade serena. Por isso, invocamos Dom Bosco, para que nos ajude na perseverança da vocação destes irmãos e de todos nós como discípulos e missionários. No ano passado, recordei que, no último momento de Dom Bosco, moribundo, poucos instantes antes da morte, uma das frases que ele disse foi: “Façamos o bem a todos, o mal a ninguém. Digam aos meus jovens que eu os espero no paraíso”. Que o Santo dos jovens nos ajude e que nós, a partir deste altar, onde a esperança nos alcança, onde nos enxergamos já glorificados numa participação que só a liturgia pode nos conceder, imitemos a humildade de nosso Senhor, que mais uma vez se faz pequeno pão a nos saciar. Façamos o bem a todos, o mal a ninguém. Digam aos meus jovens que eu os espero no paraíso. Seja louvado Nosso Senhor Jesus Cristo. Para sempre seja louvado. Confira abaixo a transmissão do evento, realizada pelo Canal Salesianos Nordeste: https://www.youtube.com/watch?v=ZAB3AA72B7Q  
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FORMAÇÃO | Celebração das Profissões Perpétuas: dois jovens salesianos dizem “sim” definitivo a Deus

FORMAÇÃO | Celebração das Profissões Perpétuas: dois jovens salesianos dizem “sim” definitivo a Deus

2 de fevereiro de 2026
No último sábado, 31 de janeiro de 2026, Solenidade de São João Bosco, a Basílica de Nossa Senhora Auxiliadora, em Jaboatão dos Guararapes (PE), recebeu um momento de grande significado para a Família Salesiana: a Profissão Perpétua de dois jovens salesianos: Giovani de Lucena Morais e Marcelo Augusto da Costa. A celebração foi presidida pelo Inspetor Salesiano, Pe. Francisco Inácio Vieira Júnior, e marcou a etapa definitiva do caminho vocacional dos jovens, que, após um longo período de discernimento e formação, entregaram-se de forma irrevogável a Deus e à missão confiada pelo Espírito Santo a São João Bosco: ser, especialmente para os jovens mais pobres, sinais e portadores do amor de Deus. O clérigo Giovanni de Lucena Morais, natural de Caicó (RN), ingressou na Congregação Salesiana em 2017 e percorreu seu itinerário formativo em diversas comunidades salesianas, passando pelo aspirantado, pré-noviciado, noviciado, pós-noviciado e anos de tirocínio em comunidades do Nordeste e do Sul do Brasil. Atualmente, reside na Comunidade Salesiana Imaculada Conceição, em Curitiba (PR). Já o clérigo Marcelo Augusto da Costa, natural de Encanto (RN), iniciou sua caminhada salesiana em 2016. Realizou sua formação inicial no Recife (PE) e em Curitiba (PR), onde emitiu sua primeira profissão religiosa em 2018, na própria Basílica de Nossa Senhora Auxiliadora em Jaboatão dos Guararapes (PE). Após o pós-noviciado e o tirocínio em comunidades do Rio Grande do Norte e de Pernambuco, atualmente reside também na Comunidade Salesiana Imaculada Conceição, em Curitiba, onde cursa Teologia. [gallery columns="2" size="large" ids="456719,456872"] Durante a celebração da Profissão Perpétua, os neo-professos professaram publicamente os seus votos, comprometendo-se definitivamente a viver em comunhão fraterna e a dedicar todas as suas forças à missão educativa e evangelizadora da Congregação Salesiana. Como sinal desse compromisso, receberam a vela acesa, símbolo da luz de Cristo recebida no Batismo, e a cruz do Bom Pastor, expressão do chamado a servir com zelo pastoral e espírito salesiano. A celebração foi concluída com a oração de consagração e o abraço fraterno da comunidade salesiana, gesto que expressa a acolhida, a comunhão e a alegria da Igreja diante do “sim” definitivo destes dois filhos de Dom Bosco. Confira abaixo a transmissão do evento, realizada pelo Canal Salesianos Nordeste: https://www.youtube.com/watch?v=ZAB3AA72B7Q  
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31 de janeiro: Família Salesiana celebra Dom Bosco

31 de janeiro: Família Salesiana celebra Dom Bosco

2 de fevereiro de 2026
No último sábado, 31 de janeiro, a Família Salesiana viveu um momento especial de celebração com a Solenidade de São João Bosco, fundador da Congregação Salesiana, Nascido em Castelnuovo d'Asti, no dia 16 de agosto de 1815, João Bosco foi educado pela mãe na fé e na prática coerente da mensagem evangélica. Com apenas nove anos, teve um sonho que o levou a intuir sua missão: dedicar a vida à educação da juventude. Ainda menino, começou a reunir jovens de sua idade por meio de brincadeiras, sempre intercaladas com trabalho, oração e instrução religiosa. Ordenado sacerdote em 1841, escolheu como programa de vida o lema: “Da mihi animas, cetera tolle” (Gn 14,21) e iniciou seu apostolado junto aos jovens mais pobres, fundando o Oratório e colocando-o sob a proteção de São Francisco de Sales. Seu estilo educativo e sua práxis pastoral, baseados na razão, na religião e na amorevolezza — pilares do Sistema Preventivo — conduziam adolescentes e jovens à reflexão, ao encontro com Cristo e com os irmãos, à vivência da fé, ao compromisso apostólico, civil e profissional. A fonte de sua incansável atividade e da eficácia de sua ação estava na constante união com Deus e na ilimitada confiança em Maria Auxiliadora, a quem Dom Bosco confiava sua obra com profundo amor filial. Aos salesianos, deixou como herança uma forma de vida religiosa simples, sólida nas virtudes cristãs, unindo contemplação e ação no binômio: trabalho e temperança. Entre os próprios jovens, Dom Bosco escolheu colaboradores para dar continuidade à sua missão, fundando a Sociedade de São Francisco de Sales (Salesianos de Dom Bosco). Juntamente com Santa Maria Domingas Mazzarello, fundou o Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora e, com leigos comprometidos, criou os Salesianos Cooperadores, ampliando a ação educativa e evangelizadora da Igreja. No centenário de sua morte, em 31 de janeiro de 1988, São João Paulo II o proclamou Pai e Mestre da Juventude. O corpo de Dom Bosco repousa na Basílica de Maria Auxiliadora, em Turim. Beatificado em 2 de junho de 1929 e canonizado em 1º de abril de 1934, seu legado segue vivo na missão salesiana espalhada pelo mundo, educando e evangelizando jovens com esperança, fé e amor. Fonte: Boletim Salesiano [gallery columns="1" size="full" ids="456676"]
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FORMAÇÃO | Exercícios Espirituais dos Salesianos

FORMAÇÃO | Exercícios Espirituais dos Salesianos

30 de janeiro de 2026
Concluiu-se nesta sexta 30 de janeiro, em Jaboatão-Colônia, o 1º Retiro Espiritual Anual dos Salesianos deste ano, na Inspetoria do Nordeste. Iniciado no dia 25, o retiro teve como pregador Dom Tarcísio Scaramussa, SDB, bispo emérito de Santos (SP) e a participação de 34 irmãos. O tema de reflexão e oração foi o primeiro núcleo do CG29: ANIMAÇÃO E CUIDADO DA VERDADEIRA VIDA DE CADA SALESIANO, nos seus três eixos: centralidade de Cristo e cuidado da vocação salesiana, fraternidade e atenção aos pobres e a formação do salesiano. No dia penitencial (desta feita, a quinta-feira), contou-se com o reforço de confessores Pe. Sianko e Dom Edvaldo, vindos da Casa do Bongi. No final do retiro, houve a profissão religiosa de Nathanael Kellison Pereira de Mendonça, que retornou aos quadros da Congregação e a renovação dos salesianos de votos temporários. Na avaliação dos participantes, o clima geral foi de recolhimento e fraternidade, concorrendo para tanto também a direção do retiro (Pe. José Pereira Lima e Equipe Central, responsável também pela liturgia). [gallery columns="1" size="full" ids="456678"] Seguem-se depoimentos. Bom, o retiro foi esse momento muito especial na Inspetoria, o primeiro retiro do ano. Foi um momento de encontro com Deus com os irmãos, a escuta da palavra, momento de deserto... foi o momento de renovar a nossa fé e o nosso compromisso com os jovens e com a igreja.(S Stephesson dos Passos Tavares) O retiro foi encantador.  Nos abriu à graça de Deus a partir daquilo que nos pede o CG29, de ser apaixonado por Cristo e de se agregar totalmente a ele nessa confiança, nessa esperança. O Senhor nos ama por inteiro. (Pe, Rodrigo Antonio Menezes Calado) A gente participou nesses dias, aqui em Jaboatão, do Retiro Espiritual: seis dias de muito profunda oração, com Dom Tarcísio Scaramussa falando sobre as bases do Capítulo Geral 29 que nos guia durante todo este ano. Então, foi um clima muito bom, muito rico, trinta e quatro salesianos em profunda oração. Isso nos ajuda a reabastecer pra gente começar um ano de muito trabalho na missão salesiana entre os jovens. Nós agradecemos a Deus esse tempo rico que ele nos dá, na sua graça. (Pe. José Pereira Lima Filho) Por Comunicação Inspetorial
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NATAL-Gramoré | Espetáculo “Sob o Manto de Maria” celebra fé e cultura popular nordestina na FIART

NATAL-Gramoré | Espetáculo “Sob o Manto de Maria” celebra fé e cultura popular nordestina na FIART

ORATÓRIO-CENTRO JUVENIL 30 de janeiro de 2026
Com muita alegria, o Centro Educacional Dom Bosco (Gramoré-RN) participou de mais uma edição da FIART – Feira Internacional de Artesanato, reconhecida como Patrimônio Imaterial do Rio Grande do Norte, levando ao público uma apresentação marcada pela fé, pela ancestralidade e pela força da cultura popular nordestina. Nossa apresentação, “Sob o Manto de Maria: o Coco, a Ginga e o Sagrado”, é um pequeno espetáculo cênico-musical que propõe um encontro sensível entre o sagrado e o profano, celebrando Nossa Senhora como símbolo de acolhimento, resistência e amor, tão presente na religiosidade do povo nordestino. [gallery columns="1" size="large" ids="456614"] Inspirada nas manifestações populares que atravessam gerações, a obra costura o coco, a ginga dos corpos, as batidas do chão e a musicalidade ancestral como forma de oração dançada. Cada movimento, toque e canto transforma-se em louvação, evocando a presença protetora de Maria e reafirmando a devoção popular como expressão viva de identidade cultural. [gallery columns="2" size="large" ids="456610,456611,456612,456613"] Em cena, alunos do teatro conduziram o público por uma experiência festiva e espiritual, levando um pouco do nosso trabalho e traduzindo em dança, música e canto a fé e a identidade cultural nordestina. A dança se une à espiritualidade e o ritmo conduz o público, reafirmando a cultura popular como território de fé, memória e pertencimento. O espetáculo celebra Nossa Senhora como mãe, guia e força que embala o povo em sua caminhada, fortalecendo os laços entre arte, tradição, espiritualidade e cultura popular. Participar da FIART é, mais uma vez, motivo de celebração, encontro e partilha, reforçando o compromisso com a valorização da cultura popular e da fé do povo nordestino.
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ARACAJU (SE) | Colégio Salesiano Aracaju celebra Dom Bosco

Na última sexta-feira, 30 de janeiro, às vésperas da memória litúrgica de São João Bosco, o Colégio Salesiano viveu um momento de fé, gratidão e comunhão ao celebrar a Santa Missa em honra àquele que é reconhecido como o “Pai e Mestre da Juventude”. A celebração, presidida pelo diretor do Colégio, Pe. Robson Barros, reuniu […]
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OEIRAS (PI) | Assembleia paroquialreúne lideranças da Paróquia do Rosário

A Paróquia de Nossa Senhora do Rosário, em Oeiras–PI, realizou no dia 31 de janeiro de 2026 sua Assembleia Paroquial, reunindo o pároco e os coordenadores urbanos e rurais para um importante momento de avaliação, escuta, planejamento e comunhão. A data coincidiu com a celebração de São João Bosco, fundador da Congregação Salesiana, reforçando o […]
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OEIRA (PI) | Tríduo Preparatório e Festa em honra a São João Bosco

Entre os dias 28 e 30 de janeiro, a Paróquia de Nossa Senhora do Rosário viveu dias de profunda fé e devoção com a celebração do Tríduo em honra a São João Bosco, fundador da Família Salesiana e grande educador da juventude. O tríduo foi um momento especial de preparação espiritual para a grande festa […]
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