MATRIZ DE CAMARAGIBE | Paróquia Senhor Bom Jesus realiza Assembleia Paroquial

MATRIZ DE CAMARAGIBE | Paróquia Senhor Bom Jesus realiza Assembleia Paroquial

PARÓQUIAS E SANTUÁRIOS 14 de fevereiro de 2022 Por paulo
Nos dias 12 e 13 de fevereiro, a Paróquia Senhor Bom Jesus realizou a Assembleia Paroquial com a presença de coordenadores e vice-coordenadores das Pastorais, grupos e movimentos existentes animados pelo pároco Pe. Leoni José, sdb. A Assembleia tem objetivo de avaliar o ano que passou e programar o ano pastoral de 2022 sob o tema: “Fazei tudo por amor, nada por força”. No sábado, a reunião iniciou com a Leitura Orante da 1ª Carta de São Paulo aos Coríntios 13, 1 a 13. Em seguida, foram realizadas algumas dinâmicas e foi apresentado, pelo padre Leoni, o palestrante, Pe. Carlos Leite, sdb, que iria coordenar os trabalhos da Assembleia Paroquial. Pe. Carlos falou sobre a oportunidade de avaliar, refletir e programar as ações pastorais e missionárias evangelizadoras da Igreja, para que as pastorais, grupos e movimentos trabalhem para construir uma Igreja que seja acolhedora e servidora de Jesus Cristo. Lembrou ainda da importância que é realizar uma assembleia, que é a ocasião de rearticular as comunidades, pastorais e movimentos, possibilitando mais unidade nas ações pastorais, encontrando assim caminhos para a melhor vivencia cristã. Recordou ainda do compromisso com aquilo que assumimos ao participarmos dos mais diversos movimentos, grupos e pastorais dentro da Igreja. Logo após, no processo de caminhada pastoral que foi realizada em grupos, algumas perguntas foram apresentadas: "A Paróquia realizou as prioridades do ano passado? Se sim, cite 3 pontos positivos. Se não, cite três pontos negativos. Quais as prioridades a serem melhoradas?" Os grupos falaram os pontos positivos e negativos das prioridades que foram trabalhadas no ano de 2021 e lembraram da renovação do calendário paroquial a partir da caminhada de cada grupo, pastoral e movimento. Pe Leoni José salientou da necessidade do calendário para não haver choques de datas e do quanto é importante a participação de todos nos momentos em que a paróquia realizada algum evento, não, apenas, nas festas de comunidades ou do padroeiro. Falou ainda da caminhada financeira da paróquia. Após as avaliações e plenárias nos dois dias, Pe. Carlos Leite falou sobre a importância de todo o processo Sinodal e do caminhar juntos, e que o planejamento de 2022 da comunidade paroquial, a partir da realização da assembleia, precisam ser compromisso de todos os grupos, pastorais e movimentos e da importância de ser repassado a todas as comunidades o que foi discutido, avaliado e colocado como prioridade para 2022 nas atividades paroquiais. A assembleia foi encerrada com um almoço e Pe. Leoni agradeceu a presença de todos os presentes. Em especial, a Pe. Carlos Leite e aos que estavam na organização da assembleia paroquial. Por: Iverilda Paes   [gallery columns="2" size="medium" ids="21975,21976,21977,21978,21979,21980,21981,21982,21983,21984"]  
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30º DIA MUNDIAL DO ENFERMO | Óleo da Conservação, Vinho da Esperança

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10 de fevereiro de 2022
Óleo da consolação, vinho da Esperança Para este 30º Dia Mundial do Enfermo, o Papa Francisco escreveu uma bela Mensagem, com o tema: “Sejam misericordiosos como o vosso pai é misericordioso” (Lc 6, 36). A misericórdia é o modo de Deus ser. Em tudo que faz e diz, ele é misericordioso. Assim, ele cuida de nós com a ternura de uma mãe e a fortaleza de um pai. A suprema testemunha do amor misericordioso do Pai para com os doentes é Jesus, seu filho unigênito. No evangelho, muitas pessoas doentes acorrem ao Senhor e recebem dele acolhimento e cura. É uma cena que se repete com cegos, paralíticos, mudos, surdos, acamados, leprosos... Na parábola que ele contou do bom samaritano, aquele bondoso cidadão derramou óleo e vinho nas feridas do homem assaltado, deixado quase-morto. Óleo da consolação, vinho da esperança são sinais de acolhimento, atenção, cuidado que devemos dispensar aos irmãos e irmãs enfermos. De fato, o doente, além dos cuidados médicos, tem necessidade de presença, afeto e proximidade dos seus. A doença é uma espécie de pobreza, de indigência. E ela provoca medo, dúvida, pergunta pelo sentido da existência. A enfermidade é uma hora sagrada para estarmos como testemunhas do amor misericordioso de Deus junto aos doentes, particularmente com os serviços espirituais. Neste sentido, damos graças a Deus pelos profissionais da saúde. O seu serviço ultrapassa os limites de sua profissão para se tornar uma missão. Eles tocam a carne sofredora de Cristo e podem ser um sinal da misericórdia de Deus que cuida dos seus filhos e lhes está próximo. Na verdade, nunca podemos esquecer, o doente é mais importante do que a sua doença. Igualmente, nos recordamos com carinho da pastoral da saúde e das muitas iniciativas eclesiais em favor dos irmãos doentes, particularmente casas de saúde, hospitais, maternidades, santas casas que continuam a ser espaços de amor e serviço aos mais pobres e sofredores. Finalmente, a misericórdia de Deus de que somos testemunhas se expressa também no cuidado de cada família com seus doentes, idosos, membros mais frágeis e pelas visitas que fazemos aos enfermos em suas residências e nos hospitais. Não esqueçamos nunca o que Jesus falou: “eu estava doente e me visitaste”. Por Pe. João Carlos, sdb
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FORMAÇÃO | Abertas as inscrições para os cursos gratuitos de capacitação da Pastoral Juvenil

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10 de fevereiro de 2022 VER MAIS

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CONGREGAÇÃO | Itália – Educar para a esperança: o P. Chávez fala disso

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9 de fevereiro de 2022
(ANS - Lecco) – Por ocasião da Festa de Dom Bosco, o P. Pascual Chávez Villanueva, 74 anos, Reitor-Mor Emérito da Congregação Salesiana, proferiu a palestra "Educar para o otimismo", no Instituto "Maria Auxiliadora", de Lecco. O assunto da palestra inspirou uma interessante entrevista, que também aborda outros temas, como a pandemia, o mundo da juventude e a catequese. Por que hoje é importante educar para o otimismo e a esperança? A pandemia nos pegou de surpresa. Acreditávamos estar vivendo o tempo do ‘Homo Deus’, mencionado pelo historiador israelense Yuval Noah Harari, o homem que se crê imortal. Em vez disso, acabamos por experimentar a fragilidade em primeira mão. Nunca teríamos pensado que uma molécula poderia lançar toda a humanidade de joelhos. A esta crise sanitária segue-se uma crise econômica com efeitos devastadores e forte mal-estar social. Neste contexto, se difundem a resignação, o pessimismo e o desespero. O que faria Dom Bosco hoje, em tempos de pandemia? As gerações mais jovens não conheceram a guerra ou a fome. Elas estavam acostumadas a lidar apenas com vírus informátiicos, para os quais existem muitos antivírus. Daí o choque. Eu sigo muitos ‘youtubers’ e influenciadores na rede: durante o ‘lockdown’ eles ficaram literalmente sem palavras. Por quê? Eles não estavam preparados para enfrentar os acontecimentos negativos, transformando-os em plataformas de relançamento, como fazia Dom Bosco. As condições adversas, para Dom Bosco (e quantas viveu na vida!), se revelavam oportunidades para dar o melhor de si, para reagir com resiliência. Uma grande lição para hoje. Qual é a diferença entre um otimismo genérico e uma esperança cristã? O primeiro revela a expressão de um sentimento humano, o esforço, às vezes irreal, de quem busca saídas no escuro. A esperança do cristão, por outro lado, baseia-se no fato de que houve Um, uma única pessoa, na longa história da humanidade, que venceu a morte. Não o fez com tecnologia, não recorreu à clonagem: valeu-se da única energia capaz de vencer a morte: o amor. O fato de que Deus-Pai tenha ressuscitado Jesus nos dá a esperança de que nenhum mal é definitivo. E isso coloca o cristão em condições de sair de si mesmo - da sua autorreferencialidade - para viver a serviço dos outros. No entanto, os jovens vivem num mundo marcado pelo consumismo e pelo egoísmo... Educar na esperança permite que enfrentemos os desafios da pandemia; mas acima de tudo, enfrentemos o problema mais grave de todos: o imanentismo. Tendo trancado o homem no "aquém", não devemos nos surpreender se os jovens se contentam em “levar a vida...”, desperdiçando sua existência; ou se eles resistem tanto em assumir compromissos definitivos, fazendo escolhas sempre reversíveis. Eles vivem o dia de hoje, sem uma perspectiva de longo prazo. Para mim, este é o ponto mais desafiador. Há que educar para o Absoluto. Caso contrário, a vida fica reduzida a um mero ciclo biológico, sem muito sentido. Muitos jovens que receberam uma educação católica abandonam a Igreja e seguem outros caminhos. Por que isso acontece e como responder a este fenômeno? Os jovens estão abandonando a Igreja porque não compreendem mais a sua linguagem e seus rituais. É necessária uma grande mudança no itinerário da Fé. Até aqui seguimos um caminho "cronológico", propondo catequese por faixa etária. Mas hoje este esquema não funciona mais. É preciso passar para uma abordagem "kairológica", que se concentre nos "kairós": ou seja, situações e experiências que toquem profundamente os jovens e levantem questões. Esta é a razão pela qual os vários "Caminhos" fazem sucesso. Afinal, o principal modelo de educação na Fé é, mais do que nunca, o de Emaús. Em que sentido? Jesus vê os discípulos desencantados e desapontados. E o que Ele faz? Caminha com eles. Ele não repreende nem dá lições: ouve. O problema, como educadores, é que, muitas vezes, queremos dar aos jovens respostas a perguntas que eles não nos fazem; enquanto a dificuldade que realmente temos é a de ouvi-los. Por onde começar? Antes partíamos da cabeça para chegar ao coração, agora é preciso fazer o contrário, estimulando a imaginação. Isso também se aplica à educação na Fé. A última coisa que os adolescentes e jovens de hoje querem é que se cortem as asas a seus desejos e sonhos. Dom Bosco foi mestre nisso, devemos nos inspirar nele.
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