FAMÍLIA SALESIANA | 75ª Romaria ao Santuário de Maria Auxiliadora

FAMÍLIA SALESIANA | 75ª Romaria ao Santuário de Maria Auxiliadora

24 de outubro de 2018
A Romaria anual ao Santuário-Basílica de Nossa Senhora Auxiliadora, em Jaboatão-Colônia, vem acontecendo há várias décadas. E movimenta todos os grupos da família salesiana em nossa região. Na preparação da edição deste ano, a de número 75, a comissão integrada por representantes dos grupos da família salesiana e coordenada pelo Pe. Sérgio Lúcio, planejou, em detalhes, o grande evento com o tema “Com Maria, celebramos o ano do laicato”. Neste domingo, 21 de outubro, a procissão com a imagem da Virgem que deu início à Romaria, partiu do Lote 92 (Capela de São Sebastião), sob a liderança do Pe. Bernardo Roana e dos fiéis que se encontram semanalmente na Missa das 9 horas, na Basílica. A acolhida no Templo já tomado pelo povo foi festiva, seguida da Adoração Eucarística, conduzida pelo Pe. Sérgio Lúcio. A possibilidade de confissão sacramental foi, também nesta edição, um elemento marcante da Romaria, além de praticas devocionais na Basílica e na Gruta, como o Terço e o Ofício da Imaculada. Na Missa campal, presidida pelo vice-inspetor, ponto alto da peregrinação, no pátio inferior em frente à Escola, na estação da homilia, o povo foi convidado a dirigir seu olhar para três monumentos-testemunhos da missão salesiana: o Santuário sobre rocha, encimado pela imagem da Virgem (imagem da Igreja construída sobre a fé de Pedro, protegida pela Auxiliadora), a casa de Dom Bosco (recordando a fonte do carisma salesiano em Dom Bosco e em seu sonho profético dos 9 anos) e a Escola Auxiliadora, hoje com 750 estudantes da Rede Salesiana (presença juvenil lembrando todos os jovens de nossas obras, protagonistas do caminho de fé e cidadania que a família salesiana acompanha e apoia). “Vai a essa romaria quem tem o coração lá, quem tem um coração salesiano”, disse Ana Inez, da ADMA de Jaboatão-Oratório, referindo-se ao fato de, neste ano, o evento coincidir com a Caminhada do “Sim à Vida” da Arquidiocese de Olinda e Recife e de não se contar com a presença do Reitor Mor, como no ano passado. Caravanas: Lajedo, Caetés, Recife Sagrado Coração, Bongi, Jaboatão Oratório e Colônia, Aracaju, Gramoré, Parnamirim Natal, Areia Branca, Auxiliadora FMA, Várzea FMA, Juazeiro do Norte, Matriz de Camaragibe, Gravatá. Confessores: Padres Marcelo, Bernardo, Éneas, Cezar Teixeira, Marcos e Sérgio Lúcio. Por Pe. João Carlos Ribeiro
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SÍNODO | Reitor-Mor: “Todos os jovens são nossos jovens”

SÍNODO | Reitor-Mor: “Todos os jovens são nossos jovens”

23 de outubro de 2018
(ANS - Cidade do Vaticano) - Recepção e proximidade com os jovens, com especial atenção àqueles que pertencem às comunidades imigrantes. Este foi o ponto principal da participação do Reitor-Mor dos Salesianos, padre Ángel Fernández Artime, no Sínodo dos Bispos. Santo Padre, em primeiro lugar, receba a minha profunda e sincera gratidão pelo dom que oferece à Igreja por meio deste Sínodo. Sem dúvida, um tempo de Graça e Presença do Espírito Santo. Começo dizendo que imaginei o tema do Sínodo como uma pirâmide. Na base, estão TODOS OS JOVENS. No meio do caminho, os jovens a caminho da Fé; e no ápice, os jovens em discernimento vocacional, aonde certamente chegam muito menos jovens. Permitam-me contar-lhes o que aconteceu comigo antes de ontem. Saindo daqui, à tarde, dois jovens de 26 ou 28 anos me contaram, em espanhol. "Com licença, poderia nos dizer por que há pessoas que saem daqui vestidas com faixas coloridas e uns acessórios na cabeça...?” Imediatamente entendi que eles sabiam pouco ou nada sobre a Igreja e seus Pastores. Senti que eles não sabiam o que era um bispo. Então expliquei a eles o que estávamos fazendo aqui. Disse-lhes que o Papa convocou muitas pessoas para pensar sobre os jovens e que os jovens também estavam participando. Eles me perguntaram se poderiam ver o Papa, porque teriam ficado felizes em conhecê-lo. E porque eles o consideram um "homem bom com todos". Eu também notei que eles tinham alianças em seus dedos. Perguntei-lhe se estavam noivos ou casados. Eles me disseram que eram casados e tinham um menino de três anos. Perguntei qual era o nome do filho deles e o rosto deles se iluminou. "Chama-se Julian". Manifestei-lhes meus melhores votos e cumprimentei esses amigos colombianos. E, no meu coração, a convicção ressoou forte: estes também são os nossos jovens! TODOS OS JOVENS SÃO OS NOSSOS JOVENS. Não há jovens de dentro e jovens de fora. Acho que devemos transmitir isso ao mundo: que a Igreja e seus Pastores sintam todos os jovens do mundo como seus JOVENS, NOSSOS JOVENS, porque ninguém deve sentir-se excluído. Eles devem sentir que os acolhemos, independentemente de suas situações e de suas histórias de vida. Uma segunda coisa: visitando as presenças salesianas no mundo, vi muitas igrejas em dioceses lotadas, porque foram ocupadas por JOVENS IMIGRANTES E SUAS FAMÍLIAS. Pude notar esta situação em Vancouver, Toronto e Montreal, na Califórnia, na Nova Zelândia, em Melbourne e, sem ir muito longe, na minha Espanha natal (com milhares e milhares de irmãos latino-americanos) e na Itália (com milhares de filipinos em Roma e Turim). E repito a mesma coisa: estes são os nossos jovens, com suas famílias, que também trazem ar fresco de Fé às nossas Igrejas, justo quando a rejeição, o medo, a intolerância e a xenofobia crescem em nossas nações. E é por isso que penso que falar sobre os jovens como Igreja SIGNIFICA PRONUNCIAR UMA PALAVRA FORTE, DECIDIDA e CORAJOSA EM SEU FAVOR, EM TODAS AS NAÇÕES DE NOSSAS IGREJAS LOCAIS, assim como o Papa Francisco faz por toda a Igreja Universal. Porque esses jovens imigrantes são ainda mais frágeis que todos os outros. Vamos ousar? Por fim, nossos jovens deveriam nos ouvir-nos dizer que LHES QUEREMOS BEM E QUE QUEREMOS PERCORRER UM CAMINHO DE VIDA E FÉ JUNTOS COM ELES. Nossos jovens precisam sentir a nossa presença AFETIVA e EFETIVA em meio a eles. Eles devem sentir que não queremos governá-los, nem ditar como devem viver, mas que queremos compartilhar com eles o melhor que temos: Jesus Cristo, o Senhor. Eles devem sentir que estamos aqui para eles e, se nos permitirem, para compartilhar de sua felicidade, esperanças, alegrias, dores, lágrimas, confusão ou busca de sentido, vocação, presente e futuro. Eles devem sentir que ESTAMOS SUSSURRANDO DEUS. Talvez não cheguemos a uma ortodoxia e ortopraxia extraordinárias, mas eles sentirão, através da nossa pequena mediação, que Jesus OS AMA E SEMPRE OS ACOLHE. Então, tudo valerá a pena.
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