AREIA BRANCA | Ação solidária une conscientização ambiental e distribuição de kits de higiene para jovens do Oratório

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OBRAS E SERVIÇOS SOCIAIS 19 de março de 2026 Por paulo VER MAIS

RECIFE (PE) | Projeto “Mulheres Arretadas” inspira jovens a conhecer e valorizar histórias que transformam a sociedade

RECIFE (PE) | Projeto “Mulheres Arretadas” inspira jovens a conhecer e valorizar histórias que transformam a sociedade

18 de março de 2026 VER MAIS

RECIFE | Uso consciente da Inteligência Artificial nos estudos é tema de palestra no Salesiano

RECIFE | Uso consciente da Inteligência Artificial nos estudos é tema de palestra no Salesiano

ESCOLA E CENTRO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL 18 de março de 2026
Os alunos do 9° ano do Ensino Fundamental à 3ª série do Ensino Médio iniciaram a semana participando de uma palestra sobre o uso da Inteligência Artificial (IA) no ambiente acadêmico. O momento foi conduzido pela assessora pedagógica Ana Carolina Alves, que abordou o tema: “Como hackear a inteligência artificial para os estudos?”. Durante o diálogo com os alunos, Ana Carolina destacou a importância de não utilizar a IA como fonte única de pesquisa, mantendo sempre a consciência e o senso crítico. Segundo ela: “Não podemos confiar 100% no que a Inteligência Artificial traz como resposta. É importante fazer uma leitura atenta, aliada a uma boa curadoria das informações, para realizar a entrega daquilo que o professor solicita”. Para ilustrar as reflexões, foram apresentados exemplos de situações em que a IA "alucina", ou seja, inventa informações quando não as encontra com exatidão em sua base de dados. A assessora também alertou para que os estudantes não compartilhem dados pessoais, imagens próprias ou de terceiros nas plataformas, visando à proteção de privacidade, já que esses conteúdos podem ser utilizados para alimentar o sistema. [gallery columns="2" size="large" ids="457965,457966"] A palestra contou com momentos de interação e atividades práticas, nas quais os alunos analisaram conteúdos produzidos por IAs, exercitando a percepção para não serem enganados por publicações falsas no ambiente digital. A proposta foi estimular, nos estudantes, uma postura mais vigilante diante das informações que circulam. As alunas Ana Laura e Maria Júlia, da 1ª série do Médio, saíram do encontro com um novo olhar. Ambas afirmaram que “foi muito importante, pois vimos várias formas de usar a IA e aprendemos a verificar sua autenticidade para não cair em golpes”. [gallery columns="1" size="large" ids="457967"] O evento trouxe reflexões aos alunos do Colégio Salesiano do Recife sobre os cuidados necessários e as formas alternativas de uso responsável da tecnologia. Ana Carolina apresentou métodos para que a ferramenta auxilie no aprendizado, por meio de questionários, resumos e mapas mentais, em vez de apenas entregar respostas prontas. Ao final do encontro, Ana Carolina reforçou a importância do equilíbrio: “Não podemos usar a IA como uma dependência. É possível equilibrar o seu uso para potencializar nossas ideias, sem que ela tome as decisões por nós, mantendo sempre o pensamento crítico”. Por Laís Tavares
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SALESIANOS BAHIA | Novos educadores participam de encontro formativo sobre a presença salesiana

SALESIANOS BAHIA | Novos educadores participam de encontro formativo sobre a presença salesiana

ESCOLA E CENTRO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL 18 de março de 2026
Nos dias 28 de fevereiro e 14 de março, os novos educadores dos Salesianos Bahia participaram de um momento especial de estudo e aprofundamento sobre a presença e a missão salesiana, sob a mediação do Pe. Marcos Antônio S. Souza, SDB. O encontro teve como objetivo apresentar a história, a espiritualidade e os princípios que orientam a obra iniciada por Dom Bosco, inspirando aqueles que chegam para integrar essa missão educativa. Durante o encontro, os educadores foram convidados a mergulhar no sonho que deu origem à obra salesiana: o sonho de Dom Bosco, que ainda menino, aos nove anos de idade, vislumbrou um caminho de cuidado e educação voltado especialmente para os jovens. Inserido em um contexto histórico e social desafiador, Dom Bosco transformou esse sonho em missão, guiado pela fé e pela confiança em Maria Auxiliadora, tornando-se, ao longo do tempo, referência de dedicação à juventude e à educação integral. A reflexão também abordou os fundamentos do Sistema Preventivo, alicerçado no tripé razão, religião e amor, que até hoje orienta a prática educativa salesiana. Mais do que um método pedagógico, trata-se de uma proposta de presença educativa baseada na proximidade, no diálogo e na confiança, capaz de promover o crescimento humano, espiritual e social dos jovens. O encontro foi marcado por momentos de escuta, partilha e espiritualidade, proporcionando aos novos educadores uma experiência de acolhimento e integração à comunidade educativa. Em clima de alegria e fraternidade, os participantes puderam conhecer mais profundamente o carisma salesiano e refletir sobre o papel do educador dentro dessa missão. Ao acolher novos profissionais, os Salesianos Bahia reafirmam o compromisso de cultivar um ambiente educativo que une formação acadêmica, valores humanos e espiritualidade, mantendo vivo o sonho de Dom Bosco de formar bons cristãos e honestos cidadãos. A todos os novos educadores, os Salesianos Bahia desejam as boas-vindas a esta casa que acolhe, educa e evangeliza, fortalecendo diariamente o compromisso com uma educação que transforma vidas. Por Comunicação Salesianos Bahia
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Educar à Misericórdia: A MENSAGEM DO REITOR-MOR, P. Fábio Attard

Educar à Misericórdia: A MENSAGEM DO REITOR-MOR, P. Fábio Attard

13 de março de 2026
A parábola do fariseu e do publicano (Lc 18,9-14) para nós educadores e evangelizadores não é simplesmente uma narrativa moral sobre a soberba e a humildade, mas uma revelação profunda sobre como Deus nos encontra e sobre como somos chamados a transmitir esta experiência transformante A fé como chamamento a uma relação de misericórdia Quando o fariseu sobe ao templo, leva consigo uma imagem de Deus construída à sua própria medida: um Deus que regista méritos e deméritos, que permeia os justos e condena os pecadores. A sua oração é uma comparação com os outros: “Dou-te graças porque não sou como os outros homens. Há só a autocomplacência. O publicano, pelo contrário, entra no templo consciente da sua própria indignidade. O seu “Ó Deus, tem piedade de mim pecador” não é desespero, mas a abertura corajosa a uma relação possível precisamente porque fundada na misericórdia. Ele intui aquilo que o fariseu perdeu: Deus não é um juiz, mas um Pai que aguarda o regresso dos filhos afastados. Para nós educadores, esta distinção é fundamental. Quantas vezes, inconscientemente, transmitimos uma imagem de Deus mais semelhante à do fariseu? Um Deus que observa, avalia, premeia ou castiga em base às nossas performances espirituais? A educação à fé favorece o encontro com a misericórdia, uma experiência em que descobrimos ser amados porque somos filhos amados mesmo na nossa fragilidade. Evangelizar significa introduzir as pessoas nesta relação misericordiosa, porque Deus que não aguarda a nossa perfeição para nos amar, mas que precisamente na nossa pobreza manifesta a riqueza do seu amor. É esta a boa notícia que devemos anunciar: uma relação que transforma desde dentro. Uma relação que parte da humildade do coração A humildade do publicano é a condição que torna possível o encontro com Deus. Ficando “à distância” e “não ousando sequer levantar os olhos ao céu”, ele reconhece a desproporção e infinita entre a santidade de Deus e a sua própria miséria, mas também a confiança que precisamente este Deus Santo se inclina para aquele que se reconhece necessitado. Ao invés, oração do fariseu está cheia de “eu”: “Eu jejuo”, “eu dou a décima”. Construiu a sua identidade religiosa sobre a afirmação de si, sobre a comparação com os outros, sobre a demonstração das suas obras. Sente-se já cheio, já chegado, já justo. No campo educativo e evangelizador, a humildade do coração é a capacidade de se reconhecer constantemente necessitado de salvação, de nunca dar por descontada a sua relação com Deus, de se manter aberto ao dom da sua graça. É a atitude de quem sabe que a vida cristã não é uma posse adquirida de uma vez por todas, mas um caminho quotidiano em que uma pessoa se deixa plasmar pela misericórdia divina. Como educadores, somos chamados a testemunhar em primeiro lugar esta humildade, reconhecendo as nossas limitações, as nossas fragilidades, ou a nossa contínua necessidade de conversão. Só assim nos tornamos credíveis e criamos espaços em que também os outros possam tirar as máscaras e apresentar-se a Deus tais como são. Ser pecadores amados e perdoados A conclusão da parábola é desconcertante: “Este, diferentemente do outro, regressou a sua casa justificado”. O publicano, que não tinha nada a apresentar senão a sua própria miséria, recebe tudo. O fariseu, que tinha tanto a exibir, permanece na sua estéril ilusão. Deus não justifica quem se julga justo, mas quem se reconhece pecador. Não enche mais quem está cheio, mas quem está vazio. Não vai ao encontro de quem não sente a necessidade, mas de quem implora a cura. É o paradoxo evangélico: somos salvos porque, não obstante o nosso ser pecadores, maior é a misericórdia de Deus. Na educação religiosa contemporânea a parábola indica-nos que, quando reconhecemos o pecado, nos abrimos à graça que transforma. O pecado não nos destrói. Ser pecadores amados e perdoados não é o status de inferioridade, mas a condição própria do cristão. É a identidade que nos permite viver na liberdade, sem fingir ser perfeitos, sem esconder as nossas quedas, sem construir fachadas de respeitabilidade. É a consciência de que o fundamento da nossa vida está não naquilo que fizemos, mas naquilo que Deus fez e continua a fazer por nós. Testemunhas da misericórdia de Deus pessoalmente vivida O publicano que regressa a casa justificado, torna-se inevitavelmente uma testemunha. Não pode calar a experiência de haver sido acolhido, perdoado, levantado. A sua vida falará daquela misericórdia que o transformou. E é aqui que se joga a verdadeira evangelização. Não anunciamos teorias abstratas sobre a misericórdia de Deus, mas testemunhamos uma experiência pessoal. Falamos de um perdão que recebemos, de um amor que nos procurou e encontrou, de uma relação que deu sentido à nossa existência. Para quem trabalha no campo da educação e evangelização, isto significa antes de tudo cultivar a sua própria vida espiritual como experiência viva desta misericórdia. Antes de ser mestres, devemos ser discípulos; antes de ensinar, devemos aprender; antes de dar, devemos receber. A credibilidade do nosso anúncio mede-se pela verdade da nossa experiência. Além disso, significa criar contextos educativos em que as pessoas possam fazer esta experiência. Não ambientes de julgamento, mas de acolhimento; não lugares onde se deve demonstrar méritos, mas espaços em que nos podemos reconhecer frágeis; não estruturas em que se adquire competências religiosas, mas comunidades onde se experimenta a ternura de Deus. A parábola do fariseu e do publicano recorda-nos que a educação à fé é essencialmente introdução a uma relação: a relação com Deus que nos ama com amor misericordioso, que nos espera sempre, que nos perdoa sempre, que faz da nossa pobreza o lugar do seu encontro conosco. Fonte: ANS
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PARNAMIRIM | Crianças vivenciam a Paixão de Cristo em momento de fé e significado no Salesiano Dom Bosco

Durante a Semana Santa, os alunos da Educação Infantil e do Ensino Fundamental – Anos Iniciais do Colégio Salesiano Dom Bosco participaram de um momento especial de espiritualidade e reflexão com a encenação da Paixão de Cristo. A apresentação contou com a participação dos próprios estudantes, que, com dedicação, sensibilidade e envolvimento, deram vida a […]
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RECIFE | Obra de Pedro Bandeira abre as atividades do Clube de Leitura Salé

O Colégio Salesiano Recife deu início à 4ª edição do Clube de Leitura Salé, que começou com a leitura do clássico nacional “A Droga da Obediência”, do autor Pedro Bandeira. O clube de leitura Salé é um espaço pensado para os alunos construírem ou fortalecerem o prazer pela leitura, sem que tenham a sensação de […]
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JOÃO PESSOA | Procissão do Encontro reúne fiéis e emociona comunidade na Paróquia Nossa Senhora das Dores 

Na noite da última quarta-feira santa, 1º de abril, a fé tomou conta do bairro de Mangabeira com a realização da tradicional Procissão do Encontro. O momento reuniu as quatro matrizes da região, que se fizeram presentes na Paróquia Nossa Senhora das Dores, fortalecendo a unidade entre as comunidades e a vivência intensa do período […]
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