IGREJA | Tempo do Advento é momento de esperança

IGREJA | Tempo do Advento é momento de esperança

29 de novembro de 2021 Por paulo
A chegada do Advento remete os fiéis ao nascimento do Menino Jesus, um momento de renovação da fé, especialmente em tempos de pandemia A partir deste domingo, 28 de novembro, a Igreja dá início ao tempo litúrgico do Advento. Um momento de celebração marcante para os fiéis católicos que se preparam para celebrar o Natal, nascimento do Menino Jesus, Salvador da humanidade. “O tempo do Advento tem esta característica, de acompanhar a Virgem Maria que está grávida e prestes a dar à luz. O menino que ela gera é a esperança encarnada”, explica o padre Daniel Rocha, responsável pela Comissão para a Ação Missionária da CNBB. “Toda criança traz esperança de vida nova, de renascimento. Neste momento da história que vivemos, a esperança está fragilizada. Mas, agora, talvez seja uma grande e oportuna chance de recuperamos aquilo que é próprio do Advento: a esperança”, pondera o religioso. Prepare-se Estes dias de Advento, são um momento de renovação, recorda o sacerdote. Para ele, inclusive, um exercício especial neste tempo é acompanhar a Virgem Maria. “Imagino cada um dos dias anteriores ao Natal como o dia de uma mulher grávida prestes a dar à luz. Ela está cansada, ansiosa, preocupada, mas cheia de alegria. Neste tempo, eu me proponho a fazer companhia a Nossa Senhora. Espiritualmente falando, quero ser companhia da Virgem Maria”, diz. Festejar colocando Deus no centro O Natal também é uma época de festas, que remete à ceia e reuniões familiares tão tradicionais desta época do ano. “Não existe um cristão que não celebre”, afirma padre Rocha. “Celebra a vida, as vitórias, as bênçãos, as graças a que Deus nos concede e também os momentos de crise pelos quais passamos”, acrescenta. É importante, porém, que o lado espiritual também seja elevado e valorizado. “A festa mais gostosa e mais legítima do ser humano é sentar-se à mesa com algo para comer e beber, e criar comunhão em torno à mesa. Seria bonito que pudéssemos convidar à mesa os mais pobres, que não têm o que comer. Que não seja uma solidariedade de vitrine, de verniz, mas que possamos partilhar e alimentar o outro”, pondera. Saudade, mas à luz da esperança Neste contexto ainda de pandemia, embora o Advento seja um tempo de esperança e alegria, a espera dos festejos do Natal pode vir marcada de tristeza e saudade para muitas famílias que tiveram perdas. Este sentimento, porém, pode tomar outros contornos. Padre Rocha cita o arcebispo estadunidense Fulton John Sheen quando questionado acerca deste tema. “Num de seus livros, este arcebispo é taxativo: Jesus nasceu para morrer. De fato, na manjedoura de Belém, está à sombra da Cruz. Toda a experiência natalina tende à experiência pascal. E esta experiência remete ao sofrimento, morte e ressurreição”, observa. Por isso, segundo o presbítero, esta é uma oportunidade perfeita para professarmos a fé, acreditar com veemência na ressurreição. “Jesus veio para que todos aqueles que acreditassem não fossem condenados, mas vivessem a vida eterna. O Natal se torna também uma experiência pascal. Sei que o Senhor veio e voltou para rumar às moradas na casa do Pai. Portanto, há o vazio humano, mas esta saudade é iluminada pela fé na ressurreição”, diz. “Pode haver a lágrima da saudade, o sorriso sem graça, pois existem algumas ausências. Mas há também uma certeza de fé do reencontro. E aquele que vive em Cristo, morreu em Cristo, reinará em Cristo eternamente”, finaliza. Fonte: Canção Nova
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JUAZEIRO DO NORTE| Estudantes do Colégio Salesiano recebem sacramento da Eucaristia

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ESCOLA E CENTRO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL 29 de novembro de 2021 VER MAIS

ORDENAÇÕES PRESBITERAIS | NH entrevista o Diácono José Wilker

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ANIMAÇÃO DAS VOCAÇÕES APOSTÓLICAS 29 de novembro de 2021
Continuando a série de entrevistas com os quatro futuros padres, o Nordeste Hoje conversou com José Wilker França da Silva. Confira a seguir: O que inspirou você para ser um Sacerdote Salesiano? Em 2004, participando das atividades do grupo de jovens em minha paróquia de origem, surgiram os primeiros questionamentos vocacionais. Foi neste período que tive os primeiros contatos com a vida religiosa consagrada, através de uma comunidade de vida que acabara de se instalar na minha cidade. Após pouco tempo de convivência, brotou a pergunta: por que não dedicar, também, a vida ao anúncio do Evangelho? Então, logo em seguida procurei acompanhamento vocacional. Embora o bispo da minha diocese fosse salesiano naquela época, foi em 2008 que tive o primeiro contato com a obra salesiana no Juazeiro do Norte. Durante os dias que estive visitando a cidade, fui por diversas vezes nas celebrações da Paróquia do Sagrado Coração de Jesus que pertence aos salesianos. Em uma das missas, o padre anunciou que após a celebração haveria uma quermesse na frente da Igreja, estava acompanhado de um amigo e resolvemos ficar para participar. Durante a quermesse, fiquei profundamente tocado pela alegria de um padre salesiano que dançava entre as crianças, jovens e adultos. A alegria e espontaneidade daquele sacerdote, já idoso, tocaram seu coração de maneira que após um longo caminho de discernimento e acompanhamento vocacional, ao ser questionado pelo meu pároco sobre a minha vocação, tomei coragem e entrei em contato com os salesianos para fazer o acompanhamento vocacional e aqui estou até hoje. Que momentos mais marcaram estes anos de caminhada formativa para o ministério sacerdotal? Foram vários os momentos que marcaram minha caminhada formativa até aqui. Porém, lembro com bastante saudades do aspirantado em Natal, era meu primeiro ano de formação, tudo novidade e do noviciado, um ano mais de oração, meditação sobre a própria vida e uma intensa experiência de vida comunitária. No entanto, os anos mais marcantes foram os anos de tirocínio que vivi na Europa, foram os anos mais desafiadores da minha caminhada vocacional, porém foram os anos de maior crescimento e aprendizagem da minha vida. Posso afirma que há um Wilker antes e um outro depois do tirocínio. Que lema você escolheu para a sua vida sacerdotal e o que ele representa? O meu lema sacerdotal é: «O Espírito do Senhor repousa sobre mim, porque o Senhor consagrou-me pela unção; enviou-me a levar a boa nova aos humildes...» (Is 61,1). Isaías 61 foi uma das leituras que sempre estiveram presentes na minha caminhada vocacional. Sempre que questionava minha vida e vocação, de alguma forma, aparecia esse texto do profeta Isaías. Além disso, eu o tenho como um programa de vida.   O lema escolhido pelo salesiano é "O Espírito do Senhor repousa sobre mim, porque o Senhor consagrou-me pela unção; enviou-me a levar a boa moda aos humildes..." (Is 61,1). Sua primeira missa acontece no dia 12 de dezembro, às 19:30h na Paróquia São José, no Alto do Cruzeiro, em Arapiraca (AL). Além de Wilker, José Geraldo de Albuquerque, Paulo Henrique de Almeida Silva e Raimundo Luan Hadney de Luna Gonçalo serão ordenados padres. As ordenações presbiterais acontecem no dia 11 de Dezembro, às 10h, na Basílica do Sagrado Coração; com transmissão pelo canal do YouTube da Inspetoria, Salesianos Nordeste. Por Serviço Inspetorial de Comunciação
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RECIFE-Sagrado Coração | Em evento no Recife, Rossandro Klinjey pede que pais se ‘desconectem’ para diálogo com os filhos

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ESCOLA E CENTRO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL 25 de novembro de 2021
Palestra aconteceu nesta quarta-feira (24), no Teatro Boa Vista, do Colégio Salesiano O escritor e psicólogo Rossandro Klinjey palestrou, na noite da última quarta-feira, 24, no Teatro Boa Vista, do Colégio Salesiano Recife. Com o tema “O que é importante ensinar para garantir o futuro dos nossos filhos?”, ele destacou a importância dos ensinamentos e comunicação para garantir o bem-estar futuro da nova geração. A palestra foi gratuita e recebeu mais de 250 pessoas. O evento contou com abertura de Luiz Carlos Ventura, diretor pedagógico do Salesiano, que destacou as inovações e aporte tecnológico que auxiliam no método de ensino do Colégio. Projetos como educação bilíngue, educação socioemocional e modernização do currículo do ensino médio são exemplos de como a instituição responde aos principais desafios na educação para o século XXI. Voltada para o estímulo do desenvolvimento emocional nas crianças, com reflexões sobre a educação e futuro, o psicólogo esclareceu a importância da atenção e do cuidado em cada fase. “Precisamos fazer o letramento das emoções, temos que construir um conjunto de competências emocionais. O objetivo de uma família não é garantir que o mar esteja sempre calmo para que o filho navegue no oceano da existência, mas que ele tenha competência para navegar sob qualquer circunstância”, esclareceu Rossandro. O psicólogo ainda exemplificou sobre a comunicação atual no relacionamento entre pais e filhos: segundo ele, a tecnologia tem ocupado um papel de distanciamento tanto nos adultos como nas crianças e adolescentes, já que todos estão imersos neste universo. O primeiro passo é separar o virtual do real, com atenção cara-a-cara. “A gente vive hoje uma reclamação de que os filhos estão muito conectados na internet, mas os pais também estão assim. Precisamos nos desconectar para conectarmo-nos uns aos outros. O que os filhos precisam é menos de presente e mais presença. É preciso diálogo e se mostrar disposto”, destacou o escritor. Rossandro também é consultor do programa Encontro, com Fátima Bernardes, na TV Globo e da Rádio CBN. Ele também é o fundador do Educa 21. O programa – que inclusive é adotado pelo Salesiano - busca estimular nos alunos a capacidade de perceber e gerenciar as emoções, com a aplicação de pensamentos críticos na resolução de desafios, aprimoramento da criatividade e liderança, além do estímulo de empatia e de estabelecimento de relações positivas com o mundo ao redor. Por Raisa Siqueira
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RMG – Depois da 152ª Expedição Missionária Salesiana: o P. José Armando G. Cortez

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25 de novembro de 2021
(ANS - Roma) - É possível que a chama da vocação missionária se acenda durante uma Missa, assistindo à ordenação episcopal de um coirmão e ouvindo cantos cujo sentido nem sequer compreendemos? Parece que sim: a confirmação vem do P. José Armando G. Cortez, salesiano filipino, 50 anos, que há quatro anos comoveu-se enquanto participava, como representante de sua Inspetoria (Filipinas Norte), da ordenação do Salesiano P. Pedro Baquero como Bispo de Kerema, Papua-Nova Guiné. Depois de um sério discernimento, ele ofereceu sua disponibilidade às missões e, no domingo passado, 21 de novembro, em Valdocco, recebeu o mandato missionário do Reitor-Mor, P. Ángel Fernández Artime. Seu destino foi escolhido por você ou lhe foi atribuído? Você está feliz com isso? Depositei toda a minha confiança em nossos Superiores e seu discernimento sobre o lugar para onde deveria ir. Depois de algumas semanas de espera, soube que estava destinado à Patagônia, Argentina. O que eu sei é que Deus está me pedindo para dar a Ele um pouco mais da minha vida. O mais eu o confio à sua Graça. Como as pessoas próximas a você reagiram à sua escolha missionária? Meus coirmãos sabiam que eu promovo a vocação missionária, uma vez que sou Delegado para a Animação Missionária da FIN; mas acredito que ficaram um pouco surpresos com a minha candidatura. Quanto à minha família, ficaram um pouco chocados, principalmente quando expliquei que é um compromisso por toda a vida. Mas, pelo geral, ficaram felizes e oram pela minha vocação missionária. Alimenta alguma dúvida ou temores acerca da nova cultura, da nova realidade...? A minha única preocupação, como escrevi na carta ao Reitor-Mor, é a língua. Mas também escrevi que sei que ele conduzirá a mim e a meus companheiros a um lugar seguro e que desejo aumentar meu seguimento a Deus. Que planos ou sonhos você alimenta para a sua missão? Estou aberto ao que a Providência fizer. Vou dar tudo de mim, por mais difícil que seja. Será um pequeno preço pelas inúmeras graças que recebi ao longo da vida. Você tem algum modelo de missionário a quem gostaria de imitar? Sou grato a todos os missionários salesianos que trabalharam e morreram em nossa Inspetoria. Conheci alguns deles durante a minha formação. Penso, por exemplo, no P. Maurilio Candusso que, embora nunca tenha aprendido bem a língua, foi muito amado por nós oratorianos, porque percebíamos o seu grande amor e sua genuína preocupação por nós. Que eu seja como todos esses bons modelos, que deram tudo até ao fim - inclusive seus corpos, que jazem na terra de seu amado país de missão. A vida missionária é, antes de tudo, evangelização e zelo pastoral pelas almas. O que você pensa acerca disso? As experiências que tive nas diversas casas às quais fui designado me ajudarão muito, mas também estou me preparando para o que vier. Trabalharei na inculturação e em ser um com o povo. Acho que o que mais importa é - essencialmente - ser uma presença discreta, mas autêntica. E, claro, também crescer na vida espiritual. Quer enviar alguma mensagem aos seus coirmãos ou aos jovens? Aos meus irmãos digo que, se, segundo Dom Bosco e as nossas Constituições, somos uma "congregação missionária", o convite de Deus não nos deve parecer estranho a nós. Já a minha mensagem aos jovens é que não tenham medo de se entregar ao serviço dos outros. Em qualquer pequeno ato de doação eles poderão ver e sentir a mão de Deus que os vai guiando e conduzindo... Fonte: ANS
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No dia 23 de maio, o Centro Educacional Dom Bosco de Jaboatão comemorou em grande estilo a Festa de Nossa Senhora Auxiliadora. A Gincana Mariana que é realizada anualmente, é um momento de descontração e alegria em homenagem ao dia de Nossa Senhora Auxiliadora, ela que é uma figura tão importante para as casas salesianas […]
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O evento reuniu a comunidade educativa do Liceu e Dom Bosco no Anfiteatro do Parque da Cidade No ritmo da dança é possível encontrar o sentimento mais puro do amor, isso porque ela é uma linguagem universal que transcende gerações. Assim como as coreografias que agitam todos ao longo dos anos, a relação maternal também […]
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IGREJA | Papa reconhece milagre atribuído à intercessão do jovem Beato Carlo Acutis

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